Consegui ter acesso não só às imagens, mas também às transcrições de áudio das câmaras de vigilância desse local osbcuro da Luz, as quais disponibilizo aqui em primeira mão neste blogue! Os balões representam as falas das personagens envolvidas!
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
TÚNEL DA LUZ!
Ora cá está uma bela contradição: um túnel escuro, como manda a regra de qualquer túnel, mas... iluminado! Se fosse um túnel de luz... isso seria pior pois estaríamos já mais para lá do que para cá, mas é um túnel da luz o que significa que dá para um local mais reluzente. Mas não é este o caso: quem entra neste túnel não sai num sítio mais clarificado, muito pelo contrário, quem entra sai de um local iluminado para uma zona obscura onde se passam os maiores devaneios perpretados por uma cambada de trogloditas...os quais são pagos e pagamos para os ver a desempenhar a sua profissão: jogadores de futebol, acompanhados dos respectivos dirigentes.
Consegui ter acesso não só às imagens, mas também às transcrições de áudio das câmaras de vigilância desse local osbcuro da Luz, as quais disponibilizo aqui em primeira mão neste blogue! Os balões representam as falas das personagens envolvidas!



Consegui ter acesso não só às imagens, mas também às transcrições de áudio das câmaras de vigilância desse local osbcuro da Luz, as quais disponibilizo aqui em primeira mão neste blogue! Os balões representam as falas das personagens envolvidas!
quarta-feira, janeiro 27, 2010
NÃO TAPEM O BURACO!!!
"‘Miracle’ Haiti survivor who lived on beer and biscuits found 11 days on
For 11 days, Wismond Exantus prayed for rescue, surviving on cola, beer and biscuits. And, just as aid teams were packing away their gear, his prayers were answered."(http://www.metro.co.uk/news/810226-miracle-haiti-survivor-who-lived-on-beer-and-biscuits-found-11-days-on)

Pois é, milagres existem, mas acho que o pobre Wismond depois de recuperar a força e reparar no mundo que ficou à sua volta, vai desejar não ter sido salvo. Então o rapaz ficou fechado 11 dias e sobreviveu porque ao que parece, ficou preso numa mercearia ou loja de conveniência qualquer, bebendo cerveja e comendo biscoitinhos... maravilha! E agora sai cá para fora para passar fome, arriscando-se a morrer desidratado, mal alimentado ou pior, se for daqueles que correm para apanhar o que os helicópteros atiram para o chão, leva com um embrulho na cabeça ou é pisado pela turba esfaimada! Que triste fim para quem estava tão bem no seu buraquinho!
Volta lá para dentro rapaz que lá é que sobrevives! Pede para não taparem o buraco e volta para a cerveja choca e para os biscoitinhos da avó haitiana; deixa a cola para o fim, quando se acabar a birra, e tenta vendê-la no mercado negro para poderes comprar a tua saída dessa miséria: arranjas um Green Card e vais para a América correr os talk shows falando da tua experiência em troca de um grande cachê! Depois volta para tua ilha, mas para a outra parte, a Dominicana viver à grande e à francesa num resort!
E muda o segundo nome, que Exantus soa a detergente! Vive a vida pois não vais ter uma terceira oportunidade... a não ser no Oportunidade!
For 11 days, Wismond Exantus prayed for rescue, surviving on cola, beer and biscuits. And, just as aid teams were packing away their gear, his prayers were answered."(http://www.metro.co.uk/news/810226-miracle-haiti-survivor-who-lived-on-beer-and-biscuits-found-11-days-on)

Pois é, milagres existem, mas acho que o pobre Wismond depois de recuperar a força e reparar no mundo que ficou à sua volta, vai desejar não ter sido salvo. Então o rapaz ficou fechado 11 dias e sobreviveu porque ao que parece, ficou preso numa mercearia ou loja de conveniência qualquer, bebendo cerveja e comendo biscoitinhos... maravilha! E agora sai cá para fora para passar fome, arriscando-se a morrer desidratado, mal alimentado ou pior, se for daqueles que correm para apanhar o que os helicópteros atiram para o chão, leva com um embrulho na cabeça ou é pisado pela turba esfaimada! Que triste fim para quem estava tão bem no seu buraquinho!
Volta lá para dentro rapaz que lá é que sobrevives! Pede para não taparem o buraco e volta para a cerveja choca e para os biscoitinhos da avó haitiana; deixa a cola para o fim, quando se acabar a birra, e tenta vendê-la no mercado negro para poderes comprar a tua saída dessa miséria: arranjas um Green Card e vais para a América correr os talk shows falando da tua experiência em troca de um grande cachê! Depois volta para tua ilha, mas para a outra parte, a Dominicana viver à grande e à francesa num resort!
E muda o segundo nome, que Exantus soa a detergente! Vive a vida pois não vais ter uma terceira oportunidade... a não ser no Oportunidade!
quinta-feira, janeiro 14, 2010
MELRO PRETO DE ASA BRANCA

Tem um melro preto com uma asa branca que começou a aparecer no meu quintal, especialmente no canil do cão, há já muito tempo atrás. A primeira vez que o vi?... já nem me lembro quando foi, talvez há um ano, mas só despertou verdadeiramente a minha atenção porque começou a ser um visitante frequente como se morasse naquele cantinho do terreno. O facto até de ter uma asa branca só começou a me intrigar mesmo depois de se tornar visitante frequente. Ele vem para beber a água do cão e para comer a ração dele: incrível o gosto destes animais, até comida de cão gostam ou pelo menos aparentam gostar, pois não é a única espécie a fazê-lo nem é o único da mesma espécie (até desconfio que às vezes a comida que ponho ao cão é comida toda por eles e o bicho passa fome).
Nunca tinha visto um melro preto com uma asa branca e não acho que seja acaso da natureza pois se o bicho tem o nome de preto é por alguma razão. Como terá então ele ficado com a asa branca? Pintado? Onde e como? Encostou-se a algum banco de jardim pintado de fresco; a alguma ombreira de porta? É uma faixa muito uniforme, certinha, parece que alguém o apanhou e depois pintou a asa! Não acredito que tenha sido assim, mas nunca se sabe. Há muito tempo que não o vejo e nunca tirei uma fotografia, mas foi alvo de publicidade a todos os que visitavam a casa: "tenho cá um melro preto com uma asa pintada de branco...olha, lá está ele; vem cá para comer a ração do cão".
Gostava de saber como ficou assim marcado, tornando-se mesmo único da sua espécie, pelo menos gosto de pensar que não há mais nenhum igual. Agora é Inverno e espero que ainda tenha oportunidade de o ver na próxima Primavera para que possa tirar uma verdadeira imagem e não uma montagem como a de cima!
A CRISE AFECTA A TODOS!

Pois é meus caros amigos as coisas estão mesmo muito séries por este mundo fora e o fatalismo apodera-se de tudo e todos. A culpa é do tempo e da crise mundial que provoca despedimentos ou lay-offs, falências, renegociações salariais e novos modelos de avaliação economicistas. Nem os terroristas escapam a esta conjuntura negativa.
Mesmo os supostos mestres do terror por uma causa estão mal: os atentados em aviões estão a ser abortados por passageiros, coisa impensável até há uns anos atrás, em que bastava um canivete ou um cotonete sem algodão para paralisar dezenas de pessoas. Agora eles atiram-se por cima do terrorista mal ele começa a trabalhar. Estão em baixo de forma esses capangas! Os campos de treino devem de estar a aceitar qualquer um nestes dias pois já existem poucos (pudera, eles arrebentam-se sempre e a mão de obra especializada deve de escassear).
Essa mal formação viu-se no recente ataque à selecção do Togo... à selecção não, pois eles não eram o alvo mas sim a comitiva militar angolana. O problema é que os terroristas da FLEC acertaram em todos menos nos militares. A pontaria destes maçaricos é excelente. É a prova que os critérios de exigência para o recrutamento terrorista estão a baixar por este mundo fora: qualquer um agora já pode ser terrorista mesmo que não saiba disparar direito.
Pior, já houve outro grupo independentista de Cabinda a reinvindicar o ataque: as coisas estão tão mal que aproveitam qualquer ataque feito, mesmo por outros, para dizer que foram eles... e o ataque até pode ter sido o maior desastre como este que não importa: fomos nós que o fizemos...não fomos nós afinal!
Enfim!
Seria aconselhável aos grupos e células espalhadas por este mundo fora introduzir um período probatório para os novos terroristas senão o insucesso será garantido e não haverá segundas oportunidades... só no Oportunidade!
sexta-feira, janeiro 08, 2010
TRIPOTISMOS!
O último devaneio pôs-me a pensar que devia de levar mais longe uma teoria que penso ser real: a queda da sociedade ocidental começou com o movimento sufragista que levou a mulher a ganhar direitos e liberdades, tirando-a das lides da casa e da educação familiar, tarefa basilar do bem estar comum, para passar a deter um horário de trabalho igualitário ao homem. Assim, já não há ninguém para cuidar dos infantes que são obrigados, desde bem cedo, a frequentar creches, longe do carinho e educação parentais. Este distanciamento agudiza-se com o passar do tempo levando a que os filhos não respeitem os pais e que não tenham modelos nem valores cívicos inculcados no seio da família, que descarrega esse óbice na escola que não é a panaceia nem deve de se assumir como substituta de uma educação caseira. O desagragar da família provocado pela saída da mulher do oikos desencadeou uma revolução na dinâmica das sociedades ocidentais no âmbito do seu quotidiano e na estrutura e regras do seu funcionamento. Estamos numa era em que a palavra família já não representa tanto um espírito comum, um conjunto de valores partilhado, melhor, transmitido de geração em geração, mas sim um grupo de indivíduos ligados por laços sanguíneos e onomásticos.
Todavia, dizer que a culpa é sufragista não basta, embora me pareça uma das razões: a falta de tempo é provocada por uma exigência profissional, num ritmo de vida muito acelerado e cada vez mais exigente de um ultra capitalismo.
Mas a família está despida de identidade...a família... fez tripostismos!
Todavia, dizer que a culpa é sufragista não basta, embora me pareça uma das razões: a falta de tempo é provocada por uma exigência profissional, num ritmo de vida muito acelerado e cada vez mais exigente de um ultra capitalismo.
Mas a família está despida de identidade...a família... fez tripostismos!
quinta-feira, janeiro 07, 2010
"THE BOSS IS THE MAN, E THE MAN É O HOMEM"
É sim senhor! Não há cá feminismos nem lamechices: o chefe é o homem e para quem não sabe inglês lá vai a tradução a dizer que o homem é o homem e mais nada.
Foi um pouco este o contexto em que ouvi esta máxima há já alguns anos atrás dita por um antigo cheio de sabedoria ancestral, numa altura em que na sociedade dominava indiscutivelmente a figura paternal e o homem era o rei do seu castelo, o patriarca da família, poder indiscutível e seu grande e único sustento. Hoje em dia isto já não é bem assim e a dinâmica social ocidental capitalista conferiu igualdade (em teoria pois na prática ainda tem algum caminho a percorrer) à mulher.
Mas até lá dizer que a "woman is the boss" ainda vai muito: elas que se contentem em abrir a sua porta do carro e em pagar as suas contas que já está muito bom. Se bem que muitas mulheres modernas e "avant guarde", ainda vêm com o lema do cavalheirismo para lhe abrirem a porta do carro para lhes paguarem jantares e ofertas... que descaramento!
Foi um pouco este o contexto em que ouvi esta máxima há já alguns anos atrás dita por um antigo cheio de sabedoria ancestral, numa altura em que na sociedade dominava indiscutivelmente a figura paternal e o homem era o rei do seu castelo, o patriarca da família, poder indiscutível e seu grande e único sustento. Hoje em dia isto já não é bem assim e a dinâmica social ocidental capitalista conferiu igualdade (em teoria pois na prática ainda tem algum caminho a percorrer) à mulher.
Mas até lá dizer que a "woman is the boss" ainda vai muito: elas que se contentem em abrir a sua porta do carro e em pagar as suas contas que já está muito bom. Se bem que muitas mulheres modernas e "avant guarde", ainda vêm com o lema do cavalheirismo para lhe abrirem a porta do carro para lhes paguarem jantares e ofertas... que descaramento!
quarta-feira, dezembro 30, 2009
ESTA NEM LEMBRAVA O DEMO PARTE 2
Nós, povos que vivemos nas ilhas, temos bom sentido de humor creio eu; e temos de ter mesmo, tendo em conta o sítio em que vivemos e a nação que nos descobriu, povoou e desenvolveu. E já desde criança que ouço toda a gente do triângulo dizer em jeito de brincadeira que devia de se construir uma ponte (esta é a ideia mais ouvida até) ou um túnel (como o da Mancha) para ligar Faial e Pico (São Jorge nem entrava nos devaneios dessa altura).
As pessoas (e eu próprio) diziam isso, mas, naquilo que me toca, sempre sabendo que estava a brincar e que era uma metáfora com o intuito de afirmar melhores condições nas ligações marítimas já existentes; ou então, os pobres dos picarotos talvez sabendo que nunca na sua História teriam um Hospital, lá sonhavam com um túnel (sim porque a ideia da ponte é estúpida mesmo) para poderem deslocar-se mais rapidamente ao Faial em caso de urgência.
Mas creio que todos estavam brincando... Mas agora parece que a coisa é levada mesmo a sério na cabecinha de um proto político social democrata.
Vejam bem as ideias fabulosas desta criatura política que defende a construção de dois túneis que ligem Faial e Pico e, como se não bastasse, ainda mais um ligando o Pico a S. Jorge. Nem o mafarrico faria melhor!
Isto do TGV está a alastrar, pior que a Gripe A.
Meu caro Castanheira, isso não vai dar, deixe de dizer serralhas e comece o tratamento o mais rápido possível: então onde é que vai arranjar o capital para financiar isso (o da Mancha foi patrocinado por duas das nações mais ricas e desenvolvidas do Mundo). Tugal não é nem de perto nem de longe isso. E para quê? Só ia ter movimento nos horários que eram das lanchas e de Inverno porque de Verão o turista quer ver a paisagem! De noite ia ficar às aranhas tal como o troço de via rápida entre a Lagoa e a Ribeira Grande que custou milhares e é um deserto de trânsito.
Caro Castanheira Barros, uma coisa disse bem: é uma loucura, pior, uma insanidade e ainda bem que é advogado pois vai ter de apelar por insanidade mental para ver se não o condenam em praça pública ou jurídica por tais ideias. Lá conseguiu 52 assinaturas pelos túneis, menos mal, serão certamente enjoados crónicos. Já estava a ver a concretização deste projecto, o maior desde que se pensou em ligar o Ilhéu de Vila Franca a terra construindo um porto Atlântico. Na parte faialense o túnel começava na Alagoa, já tem lá um primeiro buraco que é a piscina municipal, e ia dar à Areia Larga,se calhar desembocando ao lado do Ancoradouro para uma petiscada. Depois o outro saía da discoteca em São Roque para evitar o cais... agora em S. Jorge é que seria complicado ele sair pois a ilha de plano não tem nada, senão as Fajãs mas as melhores são do lado norte, por isso o túnel teria que passar por baixo da ilha e sair nos Cubres.
E depois um presidente para os Açores. Mas é uma atrás da outra. Nós por cá já tentamos nos desenvencilhar de um representante e agora quer colocar um com o título de Presidente! Isso é capaz de pegar na Madeira pois o Alberto João pode pensar que lhe estão a dar a independência. Enfim!
Nunca tal pensei viver para ler isto, dito de forma séria por alguém que concorre a um cargo de relevo. O que virá a seguir!!!
As pessoas (e eu próprio) diziam isso, mas, naquilo que me toca, sempre sabendo que estava a brincar e que era uma metáfora com o intuito de afirmar melhores condições nas ligações marítimas já existentes; ou então, os pobres dos picarotos talvez sabendo que nunca na sua História teriam um Hospital, lá sonhavam com um túnel (sim porque a ideia da ponte é estúpida mesmo) para poderem deslocar-se mais rapidamente ao Faial em caso de urgência.
Mas creio que todos estavam brincando... Mas agora parece que a coisa é levada mesmo a sério na cabecinha de um proto político social democrata.
Vejam bem as ideias fabulosas desta criatura política que defende a construção de dois túneis que ligem Faial e Pico e, como se não bastasse, ainda mais um ligando o Pico a S. Jorge. Nem o mafarrico faria melhor!
Isto do TGV está a alastrar, pior que a Gripe A.
Meu caro Castanheira, isso não vai dar, deixe de dizer serralhas e comece o tratamento o mais rápido possível: então onde é que vai arranjar o capital para financiar isso (o da Mancha foi patrocinado por duas das nações mais ricas e desenvolvidas do Mundo). Tugal não é nem de perto nem de longe isso. E para quê? Só ia ter movimento nos horários que eram das lanchas e de Inverno porque de Verão o turista quer ver a paisagem! De noite ia ficar às aranhas tal como o troço de via rápida entre a Lagoa e a Ribeira Grande que custou milhares e é um deserto de trânsito.
Caro Castanheira Barros, uma coisa disse bem: é uma loucura, pior, uma insanidade e ainda bem que é advogado pois vai ter de apelar por insanidade mental para ver se não o condenam em praça pública ou jurídica por tais ideias. Lá conseguiu 52 assinaturas pelos túneis, menos mal, serão certamente enjoados crónicos. Já estava a ver a concretização deste projecto, o maior desde que se pensou em ligar o Ilhéu de Vila Franca a terra construindo um porto Atlântico. Na parte faialense o túnel começava na Alagoa, já tem lá um primeiro buraco que é a piscina municipal, e ia dar à Areia Larga,se calhar desembocando ao lado do Ancoradouro para uma petiscada. Depois o outro saía da discoteca em São Roque para evitar o cais... agora em S. Jorge é que seria complicado ele sair pois a ilha de plano não tem nada, senão as Fajãs mas as melhores são do lado norte, por isso o túnel teria que passar por baixo da ilha e sair nos Cubres.
E depois um presidente para os Açores. Mas é uma atrás da outra. Nós por cá já tentamos nos desenvencilhar de um representante e agora quer colocar um com o título de Presidente! Isso é capaz de pegar na Madeira pois o Alberto João pode pensar que lhe estão a dar a independência. Enfim!
Nunca tal pensei viver para ler isto, dito de forma séria por alguém que concorre a um cargo de relevo. O que virá a seguir!!!
ESTA NEM LEMBRAVA AO DEMO!...
O que se segue é um conjunto de duas mensagens sendo esta primeira o artigo retirado do site www.faialdigital.com de 30 de Dezembro de 2009. A segunda é o comentário ou a análise como preferirem...
"Candidato a Lider do PSD defende a construção de 2 túneis entre o Pico e o Faial

Castanheira Barros, candidato à liderança do Partido Social-democrata (PSD), defende a construção de dois túneis entre o Faial e o Pico e um outro desta ilha para S. Jorge, ao mesmo tempo que preconiza a criação da figura do presidente para as regiões autónomas.
O candidato, actualmente em visita pelos Açores, manteve nestes dias contactos com militantes do Pico que lhe expressaram a sua preocupação pelas lacunas nos transportes inter-ilhas e para Lisboa.
" Esta ideia dos túneis poderá ser vista como louca mas a situação dos transportes entre ilhas é um drama para as populações", considera Castanheira Barros após visita ao concelho da Madalena onde conseguiu reunir 52 assinaturas para a sua candidatura à liderança "laranja".
O advogado estará hoje e amanhã em S. Miguel, tendo previsto um encontro com a líder do PSD/Açores, Berta Cabral, onde Castanheira Barros irá voltar a defender a criação da figura de um presidente para os Açores e para a Madeira, "alguém que poderia abranger as funções do Representante da República, com direito de veto aos decretos regionais, de envio para o Tribunal Constitucional para verificação de constitucionalidade e, ao mesmo tempo, trazer maior legitimidade para estas regiões".
Castanheira Barros, que apresentou a sua candidatura à liderança do PSD no passado dia 23 de Dezembro, prossegue o seu preambulo pelas regiões autónomas a partir de dia 31 na Madeira, naquela que pretende ser uma visita " para ouvir os militantes e recolher assinaturas"."
"Candidato a Lider do PSD defende a construção de 2 túneis entre o Pico e o Faial

Castanheira Barros, candidato à liderança do Partido Social-democrata (PSD), defende a construção de dois túneis entre o Faial e o Pico e um outro desta ilha para S. Jorge, ao mesmo tempo que preconiza a criação da figura do presidente para as regiões autónomas.
O candidato, actualmente em visita pelos Açores, manteve nestes dias contactos com militantes do Pico que lhe expressaram a sua preocupação pelas lacunas nos transportes inter-ilhas e para Lisboa.
" Esta ideia dos túneis poderá ser vista como louca mas a situação dos transportes entre ilhas é um drama para as populações", considera Castanheira Barros após visita ao concelho da Madalena onde conseguiu reunir 52 assinaturas para a sua candidatura à liderança "laranja".
O advogado estará hoje e amanhã em S. Miguel, tendo previsto um encontro com a líder do PSD/Açores, Berta Cabral, onde Castanheira Barros irá voltar a defender a criação da figura de um presidente para os Açores e para a Madeira, "alguém que poderia abranger as funções do Representante da República, com direito de veto aos decretos regionais, de envio para o Tribunal Constitucional para verificação de constitucionalidade e, ao mesmo tempo, trazer maior legitimidade para estas regiões".
Castanheira Barros, que apresentou a sua candidatura à liderança do PSD no passado dia 23 de Dezembro, prossegue o seu preambulo pelas regiões autónomas a partir de dia 31 na Madeira, naquela que pretende ser uma visita " para ouvir os militantes e recolher assinaturas"."
segunda-feira, dezembro 28, 2009
"JOÃO PEREIRA PERDOADO PELOS SPORTINGUISTAS?"

JP, antigo jogador serrabulhento do SLB assinou pelo SCP vindo do SB.
Responder à pergunta do título equivale a dizer que os judeus perdoariam o Hitler se esse desse cabo dos Palestinianos e da sua autoridade autónoma, do Hezbolah e do Hamas tudo numa blitzkrieg cabalística. Seria isso possível?
Não admira que perante este cenário a mais recente contratação do SCP tenha artilhado os dentes e proferido o seguinte: «VOU DEFENDER O SPORTING ATÉ À MORTE» E em bom tempo o disse pois a morte podia chegar entre o café e o digestivo já que ele estava num jantar da JUVE LEO. Ou então levava o café com um cheirinho...
Estamos perante o que se chama na gíria de "a morte do artista" JP porque numa brilhante estratégia profissional, trocou o clube que está na frente do campeonato, por um que mal se encontra nos lugares europeus e está 12 pontos atrás: genial.
Não precisas de te matar jovem pois já o fizeste, se calhar estás a pensar em arranjar mais umas confusões com o treinador e dares mais cacetadas dentro de campo e arranjares mais ressacas durantes os jogos e levares mais cartões, em vez de jogar à bola, tal como fizeste no SLB na maior parte do tempo.
A ver vamos!
TAÇA DA LIGA?!... ninguém liga a isso.

Hoje via a anunciar isto na televisão e lembrei-me de registar estas linhas sobre algo já bem passado. Nova competição instalada em Tugal há já duas épocas para, supostamente, elevar o nível competitivo do futebol em Tugal, ao promover quiçá, uma maior rotatividade dos plantéis dos clubes Tugueses, sim, porque a prova maior sendo o campeonato e também a Taça de Tugal, é verdade sim senhor, a Taça é uma prova grande que ombreia com o campeonato, a Taça da Liga seria uma filha de um deus bem menor e por isso ideal para rodar jogadores que porventura não estavam até bem dispostos por serem sempre aquecedores de tábuas de madeira. Nesse prisma a Taça da Liga seria uma benesse ou um balão de oxigénio para treinadores com pouco cabedal que estariam na iminência de apanhar na cara de jogadores descontentes. Assim, lá os metem a jogar numa competição patrocinada por uma cerveja internacional que até tem troféu no fim. É uma oportunidade para os jogadores se mostrarem e subirem no seio da equipa.
O que é engraçado é que muitos clubes se queixaram pelo facto de ser acrescida mais uma competição ao calendário, e que iria sobrecarregar fisicamente os jogadores! Engraçado na altura alguns terem usado este argumento que foi rebatido durante o decurso da prova, num país cujos campeonatos de futebol param durante o Natal, algo que não acontece nos grandes campeonatos europeus e em grandes ligas como a Inglesa. Estão cansados de quê? De não jogar durante um mês inteiro no final de ano indo para a desbunda do revéillon? Claro que só em Tugal. Nesses outros grandes campeonatos, e volto ao inglês, a Taça da Liga não só existe, como também é um troféu almejado. Aliás, os ingleses têm uma porrada de taças no seu sistema futebolísitco.
Cá, a visão até correcta do presidente da Liga esbarrou no primeiro ano na indiferença de quase todos os clubes que apresentaram equipas desfalcadas e foram ridiculamente derrotados por oponentes bem inferiores...não em vontade nem em profissonalismo. Eu se fosse presidente de um grande clube tinha vergonha de perder seja em que prova fosse! Todos, todos menos um: o Sporting Club de Tugal. Este, dos grandes, foi o único que levou a sério esta prova tendo chegado à final nas duas edições até agora organizadas. Mas como sina épica deste clube, chega à final e perde. Na primeira de forma limpa com o Setúbal e na segunda com o grande rival que por acaso nesse ano também não apostou grande coisa na prova mas lá se foi safando e chegou à final apenas para ganhá-la de forma não frugal mas tugal. Estando em desvantagem por uma bola lá o árbitro inventou uma penalidade que conduziu ao prolongamento e a mais penalidades onde o Benfica foi um digno vencedor desta Taça. Ganhou o único troféu que talvez nem queria pois o seu patrocínio é Sagres não Carlsberg. A penalidade, marcada pelo árbitro sobre mão do jogador que bafeja o primeiro na imagem que acompanha o título, nunca existiu. Curioso ter sido marcada por um árbitro que recentemente num Benfica Porto não viu verdadeiramente duas bolas na mão dentro da área para cada um dos lados. Quando não é... ele marca: ao que parece foi o fiscal de linha que terá visto a falsa mão de Pedro Silva. Mas nem mesmo assim.
Caríssimos, não desesperem que não vale a pena: o futebol é uma droga e uma porcaria humana se for levada ao extremo fundamentalista, tal como a religião. Quem o faz, fá-lo porque é pobre de espírito e não tem vida!
Sou Benfiquista e não comemorei este troféu pela razão técnica atrás apontada, mas, sobretudo, porque não vale a pena festejar a conquista da TAÇA A QUE NINGUÉM LIGA!
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Afinal!... a final é em África!

Dou aqui a mão à palmatória e ainda bem que ela não existe já na prática pois iria doer bastante: chegou a um ponto em que realmente não acreditei que a nossa selecção se qualificaria. Não é para ter vergonha de assumir isto, sendo português e podendo ser acusado de eterno derrotista, profeta da desgraça, de nunca acreditar nos valores nacionais... Não tinha nada a ver com sentimentalismos nem saudosismos mas sim com matemática pura, avaliação de desempenho da nossa selecção e, sobretduo, devido ao facto de estarmos dependentes de outras equipas e resultados para convergir num cenário de possível 2º lugar, nem sequer de apuramento directo.
Mas de facto aconteceu: Portugal lá foi roçando, ganhando fora, e teve a fortuna da convergência positiva de resultados das outras selecções, que o colocou nuns play-offs onde também lhe calhou o adversário mais acessível e onde os postes da nossa baliza decidiram entrar em jogo no desafio em casa.
Por ter sido verdade venho confessar-me e consciencializar-me, mais uma vez, que em futebol tudo é possível mesmo quando não se acredita muito.
domingo, dezembro 06, 2009

Não é preciso esperar por 2012 quando o mundo acabar, pelo menos para os descendentes Maias pois para estes o mundo já acabou há muito, nem é preciso esperar mais 20 ou 30 anos pelo degelo das calotas polares e ver a minha casa a valorizar milhares de vezes pois agora é terreno junto ao mar, nada disso: o fim vai começar pelo Homem e pela queda da Sociedade Ocidental... depois poderá vir a catástrofe natural que já não estaremos cá para a ver! Isto porquê? Porque o fim desta sociedade que domina o mundo dito civilizado e influencia o restante, termina com o fim dos valores mais básicos e simples de convivência entre seres.
Quando acabar o respeito e os valores morais estamos à beira da anarquia, do caos e do fim da ordem e do progresso(curioso ser esse o lema escolhido por uma nação que nunca o pôs em prática no decurso da sua História. Sim, o Brasil, o nosso adversário no próximo Mundial que poderá vir a ser o último se nos fiarmos nas previsões).
Bem, tudo isto porque tive um problema no telefone quando uns técnicos vieram fazer uma intervenção no fim da rua e, quase com toda a certeza, desligaram-me a linha por engano: telefono para as avarias estando em S. Miguel e sendo o problema aqui, mas sabendo que essa chamada será atendida no continente, em Lisboa mais propriamente; mas nem isso, quem atende não é uma pessoa mas sim uma gravação que me orienta por entre as várias opções mediante o teclar do telefone. Deixo o registo e desligo. Passados dias a avaria está consertada e recebo de novo uma chamada desse número com a mesma gravação a confirmar a resolução do problema.
Absolutamente inacreditável, digno de uma sequela do exterminador: não o regresso, nem a vingança, muito menos a esperança...mas sim a desumanização de todo um processo que é conduzido através de uma centralização desmesurada.
Caramba! Tenho um problema cá: telefono para um número cá onde me possam resolver a situação rapidamente e não para uma central que por sua vez transmite essa ordem para os subalternos (colonialismo burocratizante). E caramba: coloquem pessoas a falar e não nos remetam para máquinas de atendimento, sobretudo quando é para informar que a avaria está resolvida ainda por cima por incompetência dos técnicos que cá vieram e privaram-me de telefone fixo durante um fim-de-semana.
Estamos na era do impessoal, da distância e do automatismo que não significa eficiência mas sim desumanização. Isto sim é o princípio do fim quando a sociedade começar a funcionar por estes mecanismos e deixar de haver contacto humano.
Ficamos isolados e dependentes e somos tratados como tal pelos serviços estaduais. A perda dos valores humanos...morais, trará o fim!
Mas estamos apenas a começar...
quarta-feira, novembro 04, 2009
Olímpíadas LGBT

Outro dia estava vendo o Daily Show quando o John Stewart fez referência à Gay Olympics e claro passei-me pois não sabia que havia esta competição para Lésbicas, Gays, Bisexuais e Transsexuais.
Que havia as Para-Olimpíadas e os Óscares para os piores filmes isso eu tinha conhecimento, agora Jogos Olímpicos para LGBT essa foi nova.
Não resisto a comentar as provas desta competição para explicar o porquê de achar que, do ponto de vista desportivo, estas Olimpíadas serão um fiasco.
Badminton - o jogo deve de ser irreal e não deve de terminar pois deve de ser difícil de jogar com as raquetes enfiadas...
Beach Volleyball - Areia, sol, fatos de banho ou equipamento reduzidos, corpos oleados...acham que os jogos chegam a começar?
Bowling - Pegar em bolas...bola, agachar-se para lançá-la com o intuito de derrubar pinos fálicos... não me parece que a sequência do jogo seja essa!
Cycling - As bicicletas não devem de sair do sítio pois certamente estarão adaptadas à competição e não terão selim o que dificultará o acto de pedalar;
Golf - Pegar no taco e balançá-lo para bater na bola com o intuito de metê-la num buraco sinalizado por um pau com um bandeira no topo...será a perversão total cheia de swings e swinguers e com muitos puts.
Ice Hockey - Jogo viril, brutal, uma batalha num campo de gelo, mas desta feita os jogos serão de difícil conclusão pois os jogadores estarão mais interessados nos sticks dos adversários
Pool (Billiards)- As mesas estarão lá mas os tacos e as bolas metidas nos buracos claramente serão outras;
Rugby - Deste nem digo nada;
Soccer (Football) - Rapidamente transformar-se-á num jogo de rugby;
Tennis - Mais uma vez será difícil de bater bolas com a raquete enfiada...
Wrestling - prova com maior número de inscritos.
Curiosamente não vi mencionado o salto à vara, mais uma prova interessante para acompanhar...(John Stewart questionou-se sobre como decidir o vencedor do biatlo, ou uma piada assim do género).
Comentários à parte, a verdade é que para esta Olimpíada não são requeridos quaisquer mínimos podendo qualquer um participar.
É esta abertura à sociedade que certamente será a marca deixada por estes jogos em 2014.
domingo, outubro 04, 2009
RODAPÉS!
Estava vendo outro dia um noticiário qualquer e lendo as notícias em rodapé cheias de erros...melhor gralhas, quando não pude deixar de mandar vir quando li que Moçambique não tinha comentado a vitória eleitoral de José Sócrates nas recentes legislativas.
Mas que caraças, o que é que isso tem de importante! Eles estam-se borrifando para quem ganha o quê em Portugal! Moçambique é mais Comonwealth que outra coisa qualquer: provavelmente já conduzem do lado esquerdo e tudo, porque é que haviam de comentar ou ter uma posição sobre esta eleição? Será que são obrigados a tal?
Já não basta o facto de não termos dado independência a esta antiga colónia quando a conjuntura histórica mundial assim o exigia e quando era a atitude mais lógica a tomar ainda temos de lhes impingir Sócrates? Tenham dó!
Mas que caraças, o que é que isso tem de importante! Eles estam-se borrifando para quem ganha o quê em Portugal! Moçambique é mais Comonwealth que outra coisa qualquer: provavelmente já conduzem do lado esquerdo e tudo, porque é que haviam de comentar ou ter uma posição sobre esta eleição? Será que são obrigados a tal?
Já não basta o facto de não termos dado independência a esta antiga colónia quando a conjuntura histórica mundial assim o exigia e quando era a atitude mais lógica a tomar ainda temos de lhes impingir Sócrates? Tenham dó!
OS 10 MAIS CACETEIROS DO FUTEBOL PORTUGUÊS, DÉCADA DE 90
Como qualquer exercício decrescente do género, este também está cheio de subjectividade, no entanto creio que em algumas posições a margem de erro e discussão é muito diminuta. Só inclui nesta lista, ou melhor, só pensei em jogadores...oops, enganei-me, estes amigos não podem ser chamados de jogadores de futebol: é ser simpático demais!...mas só considerei figuras da 1ª divisão.
Só me lembrei assim de repente de 5 por isso conto com a vossa participação, contribuindo para completar as lista ou para remodelá-la, apresentando novos candidatos para um qualquer lugar, claro, com a devida fundamentação que deve de começar por: "ele é mais caceteiro que aquele". Findo este breve intróito relativamente maçador eis os trogloditas. (Atenção: estes indivíduos até que em alguns jogos e momentos da sua carreira futebolística, mostraram talento e alguns deles inclusive foram à selecção ou eram internacionais pelo seu país, agora a veia caceteira era a nota dominante e a marca que deixaram na modalidade em Portugal, foi no corpo dos adversários...literalmente foi essa a marca e é por isso que são mais conhecidos!)
CACETEIRO NÚMERO 5

Pois é, quem não se lembra do apelidado "G3 do futebol português", apelido dado por José Estebes. Ricardo Sá Pinto, arrecada esta última posição, por agora, não tanto por ser um jogador violento dentro do campo, se bem que também não era dos mais amigáveis e gostava sempre de um bom sarrabulho. Sim, Sá é daqueles jogadores que é capaz de correr mais de meio campo só para se juntar à confusão (se bem que essa característica é mais dos guarda-redes) correndo mais nesse momento do que no restante jogo!
Mas como dizia, a sua inclusão nesta lista não é tanto pelo que fez dentro do campo mas sim fora dele: aí sim é que este rapaz dava porrada gratuita e não eram pontapés nem carrinhos: eram socos na cara de Rui Águas que foi acudir o selecionador Artur Jorge, o primeiro a ser bafejado pelos punhos de Sá Pinto. Não o convocaram para a selecção: toma lá disto mister e quem vier atrás. Quem não se lembra desta cena de porrada protagonizada por este desvairado. O mais engraçado é que passado alguns anos é como se nada fosse e o rapaz é apelidado de grande jogador e grande profissional. Sim, grande, grande pugilista dos não convocados! Merece a lanterna vermelha, tal como deixou os olhos de Artur Jorge e Rui Águas.
CACETEIRO NÚMERO QUATRO

A fama do seu nome é lendária mas aqui o que nos interessa é a sua capacidade para dar toques nos adversários. Bobó é daqueles casos acima referidos. Até que era um bom jogador: recuperava muitas bolas, distribuia jogo... e claro, dava porrada a quem se atrevesse começar um ataque. Em suma, o trinco preferido de treinadores como Jaime Pacheco ou Mourinho. Bobó dava cada sarrafada de carrinho, esticava aquela perna para o que desse e não viesse...que neste caso era a bola camuflada de jogador, pois tinha uma infeliz pontaria. Mas lá foi campeão! Bem, desde já aproveito para dizer que nesta lista dos 10 mais caceteiros bem que se podia meter toda a equipa do Boavista dessa época pois aquilo foi dar sopa a torto e a direito, ou então qualquer equipa do FCP desde meados da década de 90. Mas há que diversificar.
Quanto a Bobó ainda me lembro de o ver expulso em vários jogos e de ver os adversários cairem perante as suas fulminantes entradas. Pela sua agressividade brutal rente ao relvado, temperada com sentido táctico e entrega ao jogo fica neste quarto lugar.
CACETEIRO NÚMERO TRÊS

Esta criatura, não há outro nome pelo qual o possa chamar, é do meu clube, numa fase para esquecer da sua história na qual quem decidia que jogadores comprar tinha o QI equivalente ao das próprias contratações e Tahar é uma delas. Jogador acéfalo, tinha todas as características de um caceteiro: Defesa central versátil, alto, estrangeiro (não tinha nada a perder neste campeonato)e a característica mais importante de todas, acreditava sempre que estava a tentar jogar a bola. Sim, o verdadeiro caceteiro, o genuíno, pensa que nunca faz falta e que está somente, ou a tentar jogar a bola, ou então deveras conseguiu jogá-la, e o facto de ter estropiado um jogador adversário é apenas uma nota de rodapé na sua agressividade de jogo. Tahar ia para um corte como se não houvesse amanhã: e não havia, mas não era para ele... Ainda me lembro do seu ar desconjuntado: pé em riste, cotovelo armado e lá ia ele sem inteligência alguma, sem pensar na zona de campo onde estava, fazer um corte...no jogador. Era um espectáculo dentro de outro! Merecidamente o bronze...e talvez com mais sorte espreite a prata. A ver vamos.
CACETEIRO NÚMERO DOIS

A sua presença nesta lista, daquele que foi um dos médios mais tecnicistas que já jogou em Portugal, deve-se única e exclusivamente a um lance. É, o mundo é ingrato! Foi o facto de ele ter feito uma coisa que nenhum dos seus antecessores conseguiu, e bem que tentaram: partir um pé ao adversário.
Latapy, jogador do FCP, persegue Jokanovic do União da Madeira nos Barreiros. Este último controla a bola e eis que Latapy vai à relva e faz um corte de carrinho em tesoura por detrás, partindo o pé a Jokanovic.

As imagens ainda hoje fazem parte do imaginário da minha geração e falar em Latapy a qualquer adepto é logo obter a resposta "Ah, o que partiu o pé ao outro!". O jogo estava sendo transmitido em directo e assisti de sofá a esta cena. Ele não era caceteiro como jogador, mas quando se entra para o FCP acabou-se: é-se reciclado para a dinâmica do clube cujos resultados em Latapy deram frutos no pé torcido de Joka. Novic fez a sua recuperação no Benfica e voltou a jogar. Latapy nunca mais partiu um pé, mas ao fazê-lo uma vez merece este lugar de topo como príncipe dos caceteiros.
CACETEIRO NÚMERO UM

Nada a dizer senão que a imagem fala por si. Vencedor indiscutível.
SUGIRO VIVAMENTE A CONSULTA DESTE SITE PARA UMAS VALENTES GARGALHADAS SOBRE A MATÉRIA: http://cromos_da_bola.blogspot.com/
Só me lembrei assim de repente de 5 por isso conto com a vossa participação, contribuindo para completar as lista ou para remodelá-la, apresentando novos candidatos para um qualquer lugar, claro, com a devida fundamentação que deve de começar por: "ele é mais caceteiro que aquele". Findo este breve intróito relativamente maçador eis os trogloditas. (Atenção: estes indivíduos até que em alguns jogos e momentos da sua carreira futebolística, mostraram talento e alguns deles inclusive foram à selecção ou eram internacionais pelo seu país, agora a veia caceteira era a nota dominante e a marca que deixaram na modalidade em Portugal, foi no corpo dos adversários...literalmente foi essa a marca e é por isso que são mais conhecidos!)
CACETEIRO NÚMERO 5
Pois é, quem não se lembra do apelidado "G3 do futebol português", apelido dado por José Estebes. Ricardo Sá Pinto, arrecada esta última posição, por agora, não tanto por ser um jogador violento dentro do campo, se bem que também não era dos mais amigáveis e gostava sempre de um bom sarrabulho. Sim, Sá é daqueles jogadores que é capaz de correr mais de meio campo só para se juntar à confusão (se bem que essa característica é mais dos guarda-redes) correndo mais nesse momento do que no restante jogo!
Mas como dizia, a sua inclusão nesta lista não é tanto pelo que fez dentro do campo mas sim fora dele: aí sim é que este rapaz dava porrada gratuita e não eram pontapés nem carrinhos: eram socos na cara de Rui Águas que foi acudir o selecionador Artur Jorge, o primeiro a ser bafejado pelos punhos de Sá Pinto. Não o convocaram para a selecção: toma lá disto mister e quem vier atrás. Quem não se lembra desta cena de porrada protagonizada por este desvairado. O mais engraçado é que passado alguns anos é como se nada fosse e o rapaz é apelidado de grande jogador e grande profissional. Sim, grande, grande pugilista dos não convocados! Merece a lanterna vermelha, tal como deixou os olhos de Artur Jorge e Rui Águas.
CACETEIRO NÚMERO QUATRO

A fama do seu nome é lendária mas aqui o que nos interessa é a sua capacidade para dar toques nos adversários. Bobó é daqueles casos acima referidos. Até que era um bom jogador: recuperava muitas bolas, distribuia jogo... e claro, dava porrada a quem se atrevesse começar um ataque. Em suma, o trinco preferido de treinadores como Jaime Pacheco ou Mourinho. Bobó dava cada sarrafada de carrinho, esticava aquela perna para o que desse e não viesse...que neste caso era a bola camuflada de jogador, pois tinha uma infeliz pontaria. Mas lá foi campeão! Bem, desde já aproveito para dizer que nesta lista dos 10 mais caceteiros bem que se podia meter toda a equipa do Boavista dessa época pois aquilo foi dar sopa a torto e a direito, ou então qualquer equipa do FCP desde meados da década de 90. Mas há que diversificar.
Quanto a Bobó ainda me lembro de o ver expulso em vários jogos e de ver os adversários cairem perante as suas fulminantes entradas. Pela sua agressividade brutal rente ao relvado, temperada com sentido táctico e entrega ao jogo fica neste quarto lugar.
CACETEIRO NÚMERO TRÊS

Esta criatura, não há outro nome pelo qual o possa chamar, é do meu clube, numa fase para esquecer da sua história na qual quem decidia que jogadores comprar tinha o QI equivalente ao das próprias contratações e Tahar é uma delas. Jogador acéfalo, tinha todas as características de um caceteiro: Defesa central versátil, alto, estrangeiro (não tinha nada a perder neste campeonato)e a característica mais importante de todas, acreditava sempre que estava a tentar jogar a bola. Sim, o verdadeiro caceteiro, o genuíno, pensa que nunca faz falta e que está somente, ou a tentar jogar a bola, ou então deveras conseguiu jogá-la, e o facto de ter estropiado um jogador adversário é apenas uma nota de rodapé na sua agressividade de jogo. Tahar ia para um corte como se não houvesse amanhã: e não havia, mas não era para ele... Ainda me lembro do seu ar desconjuntado: pé em riste, cotovelo armado e lá ia ele sem inteligência alguma, sem pensar na zona de campo onde estava, fazer um corte...no jogador. Era um espectáculo dentro de outro! Merecidamente o bronze...e talvez com mais sorte espreite a prata. A ver vamos.
CACETEIRO NÚMERO DOIS

A sua presença nesta lista, daquele que foi um dos médios mais tecnicistas que já jogou em Portugal, deve-se única e exclusivamente a um lance. É, o mundo é ingrato! Foi o facto de ele ter feito uma coisa que nenhum dos seus antecessores conseguiu, e bem que tentaram: partir um pé ao adversário.
Latapy, jogador do FCP, persegue Jokanovic do União da Madeira nos Barreiros. Este último controla a bola e eis que Latapy vai à relva e faz um corte de carrinho em tesoura por detrás, partindo o pé a Jokanovic.

As imagens ainda hoje fazem parte do imaginário da minha geração e falar em Latapy a qualquer adepto é logo obter a resposta "Ah, o que partiu o pé ao outro!". O jogo estava sendo transmitido em directo e assisti de sofá a esta cena. Ele não era caceteiro como jogador, mas quando se entra para o FCP acabou-se: é-se reciclado para a dinâmica do clube cujos resultados em Latapy deram frutos no pé torcido de Joka. Novic fez a sua recuperação no Benfica e voltou a jogar. Latapy nunca mais partiu um pé, mas ao fazê-lo uma vez merece este lugar de topo como príncipe dos caceteiros.
CACETEIRO NÚMERO UM

Nada a dizer senão que a imagem fala por si. Vencedor indiscutível.
SUGIRO VIVAMENTE A CONSULTA DESTE SITE PARA UMAS VALENTES GARGALHADAS SOBRE A MATÉRIA: http://cromos_da_bola.blogspot.com/
sexta-feira, setembro 11, 2009
Contra senso!

Estava a entrar outro dia no hiper e, passando pela zona da livraria, olhei de relance para este título bibliográfico cuja imagem reproduzo.
Já há inúmeras piadas sobre os kamikaze e os infortúnios inerentes à natureza da sua missão e do seu estatuto enquanto piloto de caça.
Deve ser difícil encontrar matéria prima para escrever um livro com este título pois não há muito para ler. Num "Diário de kamikaze" não há dia seguinte, ou não deveria de haver.
O diário de um kamikaze só deve de ter uma entrada que deve de ler mais ou menos o seguinte: "20 de Julho de 1945- Hoje finalmente, vou ter a minha primeira e única missão como piloto kamikaze. Às 0600 vamos beber um saqué (se calhar vou beber dois por via das dúvidas) e depois partimos às 0730 para atacar os inimigos do Imperador. Não conto voltar a escrever neste livro"(traduzido).
E pronto... se por acaso o diário tiver um dia seguinte já não se pode chamar de um kamikaze mas sim de um desonrado que devia de fazer haraquiri antes que alguém lhe corte a cabeça, ou pior, lhe meta de novo dentro de um caça para um segundo kamikaze: mas aí ele seria um repescado e o título do livro passaria a "Diários dos kamikaze repescados".
Parto do princípio que neste livro todos acertaram no alvo e os diários nada mais são que breves linhas de cada um dos pilotos.
Ou então, que sejam muitos dias até o fatal e que existam diários genuínos... entramos aí no campo das mentalidades, mostrando, o livro, um turbilhão de dilemas psicológicos nipónicos, existenciais ou fundamentalistas.
Se for o caso é interessante, tornando-o numa possível compra.
sexta-feira, setembro 04, 2009
GRUPOS DE RISCO REDOBRADO!
Neste típico alinhamento de polícia de filmes americanos sobre os grupos de risco em contrair a Gripe A reparem bem na figura do Idoso, o primeiro da esquerda, e vejam bem onde é que ele tem a mão!
Sim, o velhote está a esgalhar o pessegueiro enquanto olha para o puto!
Por isso há mais um grupo de risco a acrescentar: Idosos Pedófilos.
RECORDE DO GUINNESS PARA MAIOR CONCENTRAÇÃO DE CROMOS (mas esta gente existe?????)



O prometido é devido e realmente há fãs que extravazam o conceito do que devia ser uma manifestação e não devoção exacerbada, de apreço por um determinado artista, clube ou entidade afim que se preste a ter fãs, mas um apreço com conta peso e medida e sem fundamentalismos.
Ora não é o que se passa em casos como a Guerra das Estrelas e Star Trek com os famosos "trekies", pessoas sem vida que passam o tempo todo num mundo de fantasia e de conto de fadas reproduzindo e alimentando-se da sua série ou ídolo.
São os chamados "cromos".
Os de Michael Jackson batem a restante concorrência com uma disputa internacional para ver quem consegue reunir o maior número de pessoas num determinado local e colocá-las a dançar o single do finado que dá pelo nome de Thriller. Aparentemente no México conseguiu-se o maior feito com quase 13 mil cromos a dançar ao som desta música no dia do 51º aniversário do fétero.
Impressionante: tanta gente sem nada para fazer, sem vida própria, sem vergonha e sem amor próprio para se prestar a isto. As imagens são do mais hilariante com aqueles desgraçados a bambolearem-se descoordenadamente para se fazerem passar por zombies (muitos deles mesmo com máscaras). É o fim da Civilização Ocidental, já não há retorno!
O Verdadeiro Thriller mais uma vez seria ver aquela gente toda a contrair Gripe A: sim cromos, qual a melhor maneira de escapar a este vírus senão ir para um ajuntamento de milhares de pessoas num espaço confinado na capital do país onde surgiu a epidemia. Deve de ter havido uma carrada de espirros e de clames.
Se realmente querem bater de uma vez por todas o recorde e serem o mais fidedignos possível, acampem na praça por mais uns dias e esperem pelas diarreias e vómitos e então sim comecem a dançar esguinchando líquidos por todos os orifícios...muito melhor que o Exorcista.
quinta-feira, setembro 03, 2009
O VERDADEIRO THRILLER!

Acalmem-se fãs (cromos...essa depois eu explico) de Michael Jackson pois o rei da pop (ele ou Prince...hum!)está VIVO e a prova é a sua reedição do clássico que mais cópias vendeu na História da discografia: THRILLER!
Sim, Michael está de volta e vai apresentar a genuína versão de THRILLER, desta feita sem maquilhagem pois ele vai, de novo, encarnar a pele de um zombie dançante nas ruas de uma qualquer localidade americana 70 DIAS DEPOIS DE MORTO.
Depois deste tempo todo é que o rapaz vai ser enterrado: até lá deve de ter estado congelado, ou não, se não for o caso, então que se faça um THRILLER e que se veja o artista a dançar todo putrefacto numa rua, projectando os seus membros para os lados, até cair imóvel, cruel figura de um ser que já não é...
Ah o amor à arte, ao quanto obrigas! Agora sim é que ele está pronto para gravar o verdadeiro Thriller! Quem segura esta marioneta?
sábado, agosto 22, 2009
O FIM DA SOCIEDADE OCIDENTAL CRISTIANIZADA OU DOS VALORES MAIS INTRÍNSECOS DO SER HUMANO.

Praga, 21 Ago (Lusa) - O presidente conservador da República Checa, Vaclav Klaus, defende num livro da sua autoria que o aquecimento global é um mito que ameaça a liberdade e o bem-estar das pessoas.
"O Planeta Azul em Perigo" retoma o argumento do anterior título, "Planeta Azul", de que as mudanças climáticas ameaçam os valores liberais, introduzindo um novo tipo de ideologia totalitária camuflada na ecologia.
"Os mais radicais estão a usar o aquecimento global para apoiar uma maior entrada do Estado e da política na sociedade humana", escreve Vaclav Klaus, citado pelo jornal Mlada Fronta Dnes.
ATÉ QUE ENFIM QUE ALGUÉM COM UM CERTO STATUS NA SOCIEDADE VEM DIZER A VERDADE ECOLÓGICA: NÃO HÁ AQUECIMENTO GLOBAL (tudo uma tramóia estadual para controlar a sociedade; não falta água, as reservas são inesgotáveis; os desertos não estão a avançar e as calotas polares não vão derreter);
NÃO HÁ UMA CRISE ECONÓMICA NAS SOCIEDADES CAPITALISTAS FRUTO DA ESPECULAÇÃO E DO CRÉDITO MAL PARADO (tudo uma tramóia estadual promovida pelos lobbys bancários para continuar a política do "apertar o cinto" aos trabalhadores, e à classe média, o grande populos que alimenta o estado)...espera aí, eu acredito nessa!!!...
NÃO HOUVE O HOLOCAUSTO(tramóia judaica para autovitimizar-se e conseguir um estado soberano a aumentá-lo a partir de escritos ancestrais; todas as imagens apresentadas são montagens utilizando pessoas super magras mas que apenas eram culpadas de terem um metabolismo muito rápido, os campos de concentração foram construídos por terratenentes hebraicos e tudo o demais é a maior mentira alguma vez produzida e encenada a seguir à igreja cristã romana apostólica)... os nazis é que são as verdadeiras vítimas!
HOJE EM DIA A EVIDÊNCIA MAIS BANAL É PRONTAMENTE DESTRUÍDA POR ALGUÉM QUE DIZ QUE AQUILO É MENTIRA. A NEGAÇÃO É A ARMA DA DEMAGOGIA DO SÉCULO XXI.
COM ISSO DESTROEM-SE OS VALORES MAIS HUMANOS E BÁSICOS DA SOCIEDADE OCIDENTAL (E MUNDIAL DIABOS! DEIXEMO-NOS DE PRESUNÇÕES) E DISTORCEM-SE FACTOS INEGÁVEIS; COM ISTO ESTAMOS À BEIRA DA ANARQUIA... NÃO HÁ CERTEZAS!
É O PREÇO DA LIVRE EXPRESSÃO QUE PERMITE QUE QUALQUER UM DIGA O QUE LHE APETEÇA MESMO QUE CONTRARIE FACTOS HISTÓRICOS OU VALORES HUMANOS INEGÁVEIS.
SOLUÇÃO PARA ISTO: "MEU RICO SALAZAR!"
PRISÃO PERPÉTUA PARA TODOS OS DE MÁ ÍNDOLE (A PENA DE MORTE É MISERICORDIOSA DEMAIS!)
terça-feira, agosto 18, 2009
O PACHACHA DA ÍNDIA!

Não é nenhuma produção erótica de Bollywood (antes fosse), é pura e simplesmente como chamo ao excremento televisivo que dá todos os dias (creio que nem o fim-de-semana escapa) num canal privado português que já há muito, tal como outros, esqueceu ou deturpou o conceito de entertenimento público privilegiando uma estupidificação de massas virada para a produção de uma subcultura amorfa e espectante da próxima defecação.
Esses canais já deixarem de prestar um serviço público há muito, daí talvez a necessidade de terem criado homónimos dedicados única e exclusivamente ao serviço noticioso para continuar a disfarçar a sua existência ou a justificá-la.
Assim, dedicam-se ao novelismo em massa e para as massas com produções estrangeiras ou nacionais.
Das estrangeiras, pois graças a Ele o Brasil é um país estrangeiro, vem novelas com as mesmas histórias, enredos e desfechos, mudando apenas o pano cultural de fundo; já não há originalidade e é sempre tudo igual desde há uma boa década e meia atrás.
Jã não é preciso pensar em mudar, o público já está lavado cerebralmente por esse pacote e funciona.
Os actores...bem os actores são sempre os mesmos e começo a desconfiar que já não são os originais mas sim clones dos primitivos que já morreram há muito. A figura cujo nome satirizo porcamente é um bom exemplo disso: desde que sou vivo que vejo aquela alminha em novelas e o tipo parece sempre o mesmo, livra! Não pode ser, é outro, um clone perfeito em tudo, até nos pelos das costas.
Prova desse controlo promovido pelas novelas é o facto das pessoas, mais do que religiosamente se sentarem todos os dias à mesma hora para ver a flatulência, é o viver intensamente as personagens e as suas histórias como se fossem mesmo de verdade, eu vejo isso nos seus olhos, a forma como falam mal do vilão, como avisam o herói (eu faço o mesmo e pior ao ver futebol mas ao menos aquela porcaria é real).
Fantástico esta da Índia: eu vejo-a e passo-me a rir!...mas preocupo-me!
Bem, das nacionais é só um desfile de mamas e rabos dentro de biquinis, isto nos Morangos com Açúcar: não há gordas nas praias? Nos bares da malta jovem? claro, o cinismo vende! Nas restantes nacionais a comédia é ainda maior mas já não me as deixam ver pois o pachacha monopoliza tudo!
Podem dizer: "não queres ver não vejas!", ou "vai para outra televisão!". Não vejo e agradeço e se tiver sorte tenho outra televisão, mas se não tiver lá perco pois a maioria é pachacha...da Índia a bem dizer. Ler, navegar na net, maravilha o mundo continua a existir para além do espaço nobre; não falo mal deste fenómeno por mim mas pelos outros que são escravizados. Presunção, talvez... mas se ainda se ensinasse alguma coisa vendo esses dejectos, mas é tudo muito pobre nesse aspecto e isso é que é preocupante.
"É DE PEQUENO QUE SE DESENTERRA O PEPINO!"

Pois é, há coisas do pepino, como por exemplo pensar que os ditos cujos cresciam e madureciam debaixo da terra, coisas de um belo rapaz da cidade que as únicas vezes que via este belo alimento, fresquinho e pevidento, era ou no prato ou na banca dos vegetais no hiper.
Dai até pensar, melhor, imaginar ingenuamente que eram um qual tubérculo como a batata ou o próprio inhame (se é que este é classificado como tal...mas também não interessa), foi um pequeno passo, nem pequeno, foi imediato: pepino=debaixo da terra.
Qual foi a minha epifânia regada com muito gozo, quando constatei do verdadeiro ambiente em que o pepino crescia: não fiquei muito afectado, o meu mundo não foi muito abalado, nem o meu ego pois o mais importante era gostar imenso de pepino.
Mas a verdade é que o bicho cresce bem cá fora imaginem só; fiquei a saber mais um facto e agora até já tenho uns pezinhos a crescer na minha hortinha.
Como diz o povo: "é de pequeno que se torce o pepino", no meu caso era preciso desenterrá-lo.
sábado, julho 04, 2009
THRILLER NO BESSA!

Michael Jackson morreu e o Boavista F.C. não tem dinheiro para competir na despromovida série em que ficou o que é o princípio de um velório.
O Boavista é axadrezado de equipamento e o Michael Jackson esteve para ir para o xadrez por abuso de menores.
Michael Jackson nasceu preto e morreu branco devido a uma doença de pele, tal como o Boavista que tem preto e branco no seu axadrezado. Preto e branco do xadrez boavisteiro é o "Black or White" que foi o título de uma música de Michael Jackson, numa visão multicultural.
Estas coincidências arrepiantes estariam completas se Michael Jakcson fosse sócio do Boavista mas duvido muito que as analogias contiuem por aí dado que ele só esteve uma vez em Portugal e não teve grande contacto com nada a não ser com o palco e com o ar que por cá se respira.
A felicidade não é para todos! Saúde e bichas!
Impossibilidades...

Há 3 coisas neste mundo que nunca vão acontecer (quase de certeza absoluta)
1ª- meu irmão vindimar;
2ª- El-rei D. Sancho subir o Pico;
3ª - Ver o "Syriana".
A primeira impossibilidade é por causa das costas, a segunda costas e pernas e a terceira é de sono mesmo.
O Syriana é estranhamente confuso logo no início e nem mesmo o George a escapar de uma explosão sem olhar para trás, tal como foi muito bem parodiado no MTV Movie Awards 2009 pelo Andy e pelo Will Ferrel que gozavam com o facto de os verdadeiros heróis, os verdadeiros duros nunca olharem para trás quando há uma explosão que eles sabem que vai acontecer, é o suficiente para manter o espectador amarrado. Não se percebe nada da história logo no início o que, aliado ao facto de tentar sempre ver a película numa sessão nocturna, tem resultado em 3 tentativas (creio que já vai em 3) que acabam num ronco profundo acompanhado de espasmos e babanço numa poltrona. Quando despertamos é direitinho para a cama e há de se tentar para a próxima.
Depois, lá num outro dia, pimba, mais do mesmo: um "plot" muito confuso, sem se perceber nada de nada, muito à "Old Boy" mas muito mais secante pois mete política pelo meio... e de novo é para dormir.
Este melodrama político à americana, ou melhor à Syriana, é aconselhado para insónias agudas, benfiquismo, enjôos de todo o género e contracções...passa tudo!
quarta-feira, maio 06, 2009
ETA faz harakiri

Um grupo terrorista que se preze não deve de fazer atentados sobre os outros mas, já agora sobre si próprio para manter as coisas animadas!
É exactamente isso que o grupo separatista basco acabou de fazer quando ouvi a notícia que são duas mulheres que estão agora à frente dos seus destinos!
Acabou-se a ETA meus caros amigos! E afinal era tão fácil! Se o governo espanhol já tivesse pensado que não era com tácticas antiterroristas que conseguiam isso, mas sim pura e simplesmente colocando mulheres no poder.
A ETA está finada e porquê? Já viram duas mulheres a entenderem-se ou a concordar com alguma coisa? Se fosse só uma mulher a liderar a ETA iríamos ter gorros cor-de-rosa em vez de pretos ou brancos a proteger as cabeças e identidaddes dos etarras, mas com duas o dilema vai ser entre o cor-de-rosa e o jasmim! E as coisas não ficam por aqui: o tipo de rastilho, o comprimento do pavio, a marca da camioneta onde colocar os explosivos...pior, a cor da camioneta, etc, etc, etc...estão a ver a quantidade de decisões que um grupo terrorista tem de tomar para levar a cabo os seus intentos, impossíveis de realizar com mulheres, pois elas pura e simplesmente não se conseguem decidir sobre nada!!!
A ETA já era!
"VAI PARA O CARAÇAS"
É com esta tirada que os polícias na série portuguesa com o mesmo nome se insultam.
Ontem passei o serão a ver a reposição desta obra prima ne RTP Memória, obra prima da comédia que rivaliza à vontade com "O Tal Canal", embora seja da década seguinte.
Aquilo é uma barrilada de gargalhadas do princípio ao fim, quiçá numa tentativa desconchavada de copiar outros modelos do género policial para televisão. "Polícias" fica na unha do pé de "Hill Street Blues" apesar de ter encontrado esta sinopse no site do Canal 1:
"Polícias é uma série policial com argumento de Moita Flores e Luís Filipe Costa, construída a partir de um caso de polícia, o caso do Estripador de Lisboa.
Esta saga policial trata sobretudo de uma reflexão sobre a violência, ao mesmo tempo que nos dá uma perspectiva do aspecto sociológico de uma Lisboa noctívaga, acompanhada por uma banda sonora que lhe assenta como uma luva.
A acção decorre do quotidiano de uma brigada de polícia com a novidade uma agente, que luta por um tratamento de igualdade. Além disso, a tónica desta série de acção conta-nos as vidas pessoais dos agentes da lei, o seu lado humano e como se debatem para enfrentar uma violência quotidiana."
O Estripador de Lisboa devia de receber a pena máxima, não só por estripar prostitutas toxicodependentes, mas, sobretudo, por servir de inspiração a uma série televisiva portuguesa como "Polícias". Os crimes nunca foram solucionados e deram origem a outro.
A banda sonora realmente assenta como uma luva...mas daquelas rotas na ponta dos dedos pois nem reparei nela, compenetrado como estava no enredo...
O único agente que vi a lutar por um tratamento igualitário, revolta-se quando a procuradora coloca sobre prisão preventiva um indivíduo que tinha enchido o cú de outro com chumbo, inadvertidamente claro ao disparar uma cartucheira sobre a sua roulote supostamente para o castigar por andar a meter gado na sua terra. O agente achava que era um tratamento severo demais para um pequeno delito e ficou ofendido como foi tratado pela procuradora...o drama, o conflito moral as relações preconceituosas de poder... motivadas por chumbo no rabo! Genial!
A tónica na vida e nos dilemas pessoais de cada agente é hilariantemente rebuscada; as cenas de acção são de escanchar a rir, mas melhor ainda é a forma como se debatem com a violência quotidiana, eles não, os seus estômagos, pois dois deles vão a uma casa de pasto almoçar e cada um pede um cozido à portuguesa mais uma garrafa de vinho tinto da casa!
Como é que eles vão conseguir combater a violência Lisboeta se mal conseguem andar!Genial!
É caso para dizer "Vai para o caraças!"
terça-feira, maio 05, 2009
O ESTIGMA "AFRO" EM HOLLYWOOD

É piada comum dizer que o negro morre sempre nos filmes americanos, tal como dizer que eles são sempre os criados, e isto mesmo fora do género de filme de época ou histórico.
Se não são os africanos, são os mexicanos, ou latinos em geral, enfim as raças categorizadas como menores ao longo da História. Reparem nas novelas brasileiras e vejam se os criados não são sempre ou quase sempre crioulos?
MAS HÁ UMAS EXCEPÇÕES! Sim, por incrível que pareça, neste mundo ou sociedade preconceituosa e xenófoba que Hollywood retrata e molda, há casos em que o africano lá chega a tempo dos créditos finais. Agora de repente lembro-me de LL Cool J em Deep Blue Sea, onde faz de cozinheiro numa estação oceânica que faz testes em tubarões extra large. O moço consegue chegar ao fim do filme mais o branco. Claro que antes ele fora mordido por um tubarão mas mesmo assim consegue resistir: único!
Esse filme é extramente importante para o desenvolvimento deste artigo de opinião por uma duplicidade antagónica que passo a explicar: nele entra o afro-americano mais resistente em Hollywood: Samuel L. Jackson, que, ironicamente neste filme é comido por um tubarão, daí a dupla importância antagógica.
Se há excepção à "matança" que os negros sofrem na 7ª arte, é este actor pois são raríssimos os filmes que protagoniza e que não chega ao fim, muito pelo contrário, nos filmes de Samuel L. Jackson quem tem que se cuidar são os brancos, os latinos, e a restante arraia miúda.
Célebres são as suas tiradas enquanto despacha bandidos, cobras, dróides (na Guerra das Estrelas ele morre vaporizado mas foi uma excepção... mas ele ressuscita através da Força por isso não conta).
Por isso remato dizendo que enquanto há Samuel L. Jackson há vida e esperança para os irmãos em Hollywood.
E nas suas próprias palavras "Enough is enough! I have had it with these motherfucking snakes on this motherfucking plane!"
quarta-feira, abril 29, 2009
O positivo no negativo!
Esta entrada resulta de uma constatação objectiva, seca, austera, fria, crua e dura com uma pitada de positivismo e de esperança cristã de que, mesmo na maior tragédia ou catástrofe telúrica, como é o caso, existe sempre algo de bom ou positivo.
Isto vem ao encontro, também, daqueles que dizem que podemos brincar ou fazer uma anedota com tudo... mesmo o Holocausto!
Falo do Vulcão dos Capelinho de 57 a 58: terrível catástrofe, que desgraça, que agonias para as pessoas. MAS QUAL QUÊ! A erupção do Vulcão dos Capelinhos foi a melhor coisa que aconteceu ao Faial no século XX.
1- não morreu ninguém (acho que só algumas cabeças de gado);
2- a ilha, que estava a rebentar pelas costuras em termos populacionais, originando que muitas famílias vivessem no limiar ou mesmo na total miséria, viu a sua demografia ficar reduzida sensivelmente para metade, fruto daqueles que emigraram, libertando o espaço limitativo do sufoco de uma sobrepopulação;
3- fruto dessa emigração, aqueles que antes viviam mal e tristemente na probreza ou que viviam na sobrevivência, ao emigrar para as Américas sobretudo, melhoraram substancialmente o seu nível de vida, fazendo, em muitos caso, fortuna, não vindo a regressar;
4- a ilha do Faial e o próprio arquipélago que até então eram totalmente desconhecidos para o mundo e mesmo dentro do território português, passaram, do dia para a noite, a capa da National Geographic, saltando para a ribalta nacional e internacional;
5-fruto dessa projecção, 50 anos depois o vulcão é um produto turístico, com toda a certeza o mais conhecido da ilha, vindo simples turistas tirar fotografias, especialistas estudar o fenómeno vulcanológico, cineastas realizar filmes, etc,etc,etc...trazendo divisas para a ilha. É incomensurável (talvez) o dinheiro que a ilha já arrecadou à custa do vulcão;
6- fruto dessa projecção e da vinda para a ilha de meios técnicos nunca antes vistos na região e ilha, ficámos com as primeiras imagens a cores da ilha em filme e com documentos históricos que não só permitem estudar o própprio fenómeno natural, mas também toda a sociedade e modo de vida, material e imaterial da época;
7- a ilha ficou maior.
Por todas essas razões a erupção do Vulcão dos Capelinhos foi algo positivo, e se pensarmos que isso é algo que devemos estar sempre à espera nestas ilhas, e ao qual não podemos fugir, por isso não vale a pena levar as mãos à cabeça quando acontece pois já devíamos de saber que vai acontecer, e que temos de encarar como uma coisa natural, devemos potencializer um pensamento também ele positivo para rentabilizar ao máximo as manifestações telúricas nesta região.
Isto vem ao encontro, também, daqueles que dizem que podemos brincar ou fazer uma anedota com tudo... mesmo o Holocausto!
Falo do Vulcão dos Capelinho de 57 a 58: terrível catástrofe, que desgraça, que agonias para as pessoas. MAS QUAL QUÊ! A erupção do Vulcão dos Capelinhos foi a melhor coisa que aconteceu ao Faial no século XX.
1- não morreu ninguém (acho que só algumas cabeças de gado);
2- a ilha, que estava a rebentar pelas costuras em termos populacionais, originando que muitas famílias vivessem no limiar ou mesmo na total miséria, viu a sua demografia ficar reduzida sensivelmente para metade, fruto daqueles que emigraram, libertando o espaço limitativo do sufoco de uma sobrepopulação;
3- fruto dessa emigração, aqueles que antes viviam mal e tristemente na probreza ou que viviam na sobrevivência, ao emigrar para as Américas sobretudo, melhoraram substancialmente o seu nível de vida, fazendo, em muitos caso, fortuna, não vindo a regressar;
4- a ilha do Faial e o próprio arquipélago que até então eram totalmente desconhecidos para o mundo e mesmo dentro do território português, passaram, do dia para a noite, a capa da National Geographic, saltando para a ribalta nacional e internacional;
5-fruto dessa projecção, 50 anos depois o vulcão é um produto turístico, com toda a certeza o mais conhecido da ilha, vindo simples turistas tirar fotografias, especialistas estudar o fenómeno vulcanológico, cineastas realizar filmes, etc,etc,etc...trazendo divisas para a ilha. É incomensurável (talvez) o dinheiro que a ilha já arrecadou à custa do vulcão;
6- fruto dessa projecção e da vinda para a ilha de meios técnicos nunca antes vistos na região e ilha, ficámos com as primeiras imagens a cores da ilha em filme e com documentos históricos que não só permitem estudar o própprio fenómeno natural, mas também toda a sociedade e modo de vida, material e imaterial da época;
7- a ilha ficou maior.
Por todas essas razões a erupção do Vulcão dos Capelinhos foi algo positivo, e se pensarmos que isso é algo que devemos estar sempre à espera nestas ilhas, e ao qual não podemos fugir, por isso não vale a pena levar as mãos à cabeça quando acontece pois já devíamos de saber que vai acontecer, e que temos de encarar como uma coisa natural, devemos potencializer um pensamento também ele positivo para rentabilizar ao máximo as manifestações telúricas nesta região.
quarta-feira, março 25, 2009
COMO SER TREINADOR EM 1 LIÇÃO OU "POST"

Isto a propósito das seguintes declarações de Carlos Queiroz que encontrei nas notícias do AO online:
“Há uma atmosfera especial no rosto, nos sinais corporais de cada jogador. Estamos confiantes de que este vai ser o nosso ano e que, até final, vai ser uma caminhada especial. Vamos ganhar os jogos, marcar golos”, referiu em Óbidos, onde a selecção portuguesa está concentrada.
Carlos Queiroz considerou ainda que a equipa vai ter de jogar “à portuguesa” para complicar a tarefa da Suécia, sábado, no Estádio do Dragão, no Porto em encontro do Grupo 1 de apuramento para o Mundial2010.
“Temos de fazer o nosso futebol. Temos de jogar à portuguesa, com um futebol atraente, moderno, com movimento, velocidade, fantasia, criatividade. Se pusermos essa maneira de estar dentro de campo, de certeza que ficam alguns argumentos difíceis de contrariar pela Suécia”, afirmou.
“Não vai ser um jogo fácil, frente a uma equipa difícil, mas vamos encontrar aí toda a motivação para fazer um grande jogo”, considerou.
Embora não considere o encontro com a Suécia decisivo, Queiroz lembrou que Portugal não pode perder mais pontos em casa, após a derrota com a Dinamarca (2-3) e o “nulo” com a Albânia.
“Estamos numa maratona e no fim fazemos as contas. Mas é um jogo em casa e não queremos perder mais pontos. Mas, no final é que vamos fazer as contas”, afirmou.".
1- A atmosfera do rosto e os sinais corporais resultam certamente de flatos que os jogadores soltaram aquando de algum exercício mais puxado para a zona do cóxis, nomeadamente quando se sentaram depois de dar uma corridita pelo campo e soltaram os gases da feijoada à transmontana com que foram faustamente servidos na noite anterior. Por isso Carlos, se é que te posso chamar assim, não são sinais de optimismo mas de alívio e a atmosfera não deve ser muito respirável;
2- O optimismo que tenho no apuramento da selecção é o facto de Carlos começar a perceber que para ganhar jogos é preciso marcar golos, de preferência mais um do que o adversário;
3-Espero bem que Portugal não jogue "à portuguesa" nem "à inglesa" nem "à tirolesa". Espero que jogue bem, rápido, e que marque mais um golo que o adversário.
4- Da maneira que Queiroz define o "futebol à portuguesa" parece que no Sábado vamos ver um desfile de moda em vez de um jogo de futebol;
5- Queiroz começa a perceber que os jogos não são fáceis porque os adversários são difíceis: mais uma vez o meu optimismo cresce pois o seleccionador já começou a perceber o óbvio.
6- Mas há ainda arestas a limar: este jogo é decisivo, aliás os outros todos também o eram pois está um apuramento em causa. Logo é preciso ganhar o máximo de jogos, que são todos, daí a sua importância vital;
7- Já não estás numa maratona mas sim nos 100 metros barreiras;
Em sum: um treinador tem que colocar a jogar quem está mais em forma, motivado e quem trabalhou mais. Tem que conhecer os pontos fortes e fracos do adversário para escolher a sua equipa de acordo com isso e tem que meter na cabeça dos seus duas máximas fundamentais que o puto da esquina já aprendeu: QUEM NÃO REMATA NÃO MARCA E QUEM NÃO MARCA SOFRE!
terça-feira, março 10, 2009
INÉDITO: PRIMEIRO POST QUE APARENTA SER SÉRIO...E É-O, INTITULADO- "ANTERO VIVE EM ALEGRE"
Pois é meus caros amigos tinha de haver uma primeira vez.
Aquando da ante-estréia do mais recente trabalho de Zeca Medeiros, trabalho esse cinematográfico diga-se de passagem, onde, em duas horas recria (ou propõe) uma viagem pela vida de Antero Tarquínio de Quental, pus-me a pensar que havia certas semelhanças entre este grande açoreano da cultura e Manuel Alegre. Mas antes dessa analogia, deixem-me só acrescentar que senti-me tentado a ir à ante-estreia, antes de ter visto a ante ante-estreia nas notícias; depois mudei um pouco a opinião pois sobre este novo trabalho do realizador açoreano só me resta citar em jeito de comentário a deixa de Gene Wilder em "Blazing Sadles" "matei mais homens do que Cecil B. de Mille".
Antero propunha com as Conferências do casino em 1871"abrir uma tribuna" onde se discutiriam assuntos antigos com repercussões na época, onde se pensaria o presente para trilhar o futuro e onde o grande objectivo era "agitar" a opinião pública e a cultura portuguesa, amorfa.
Presentemente encontro este mesmo paralelismo tanto em projecto de vida no político dissidente que é Manuel Alegre, que afirmou que a sua campanha para as presidenciais e todo o movimento que estava a gerar não tinha o carácter partidário mas sim de gerar uma consciência cívica para debater as principais questões que apoquentam a nação. Vejo em ambos o mesmo discurso, nem tanto a ideologia, se bem que não conheço totalmente o pensamento político de Alegre, mas os objectivos finais serão os mesmos e os meios para os atingir: movimento cívico; discutir e consciencializar através de acções programadas para o efeito.
Desta forma, as Conferências do Casino ou a Campanha Presidencial de Manuel Alegre, levam-se a afirmar que Antero vive!
Aquando da ante-estréia do mais recente trabalho de Zeca Medeiros, trabalho esse cinematográfico diga-se de passagem, onde, em duas horas recria (ou propõe) uma viagem pela vida de Antero Tarquínio de Quental, pus-me a pensar que havia certas semelhanças entre este grande açoreano da cultura e Manuel Alegre. Mas antes dessa analogia, deixem-me só acrescentar que senti-me tentado a ir à ante-estreia, antes de ter visto a ante ante-estreia nas notícias; depois mudei um pouco a opinião pois sobre este novo trabalho do realizador açoreano só me resta citar em jeito de comentário a deixa de Gene Wilder em "Blazing Sadles" "matei mais homens do que Cecil B. de Mille".
Antero propunha com as Conferências do casino em 1871"abrir uma tribuna" onde se discutiriam assuntos antigos com repercussões na época, onde se pensaria o presente para trilhar o futuro e onde o grande objectivo era "agitar" a opinião pública e a cultura portuguesa, amorfa.
Presentemente encontro este mesmo paralelismo tanto em projecto de vida no político dissidente que é Manuel Alegre, que afirmou que a sua campanha para as presidenciais e todo o movimento que estava a gerar não tinha o carácter partidário mas sim de gerar uma consciência cívica para debater as principais questões que apoquentam a nação. Vejo em ambos o mesmo discurso, nem tanto a ideologia, se bem que não conheço totalmente o pensamento político de Alegre, mas os objectivos finais serão os mesmos e os meios para os atingir: movimento cívico; discutir e consciencializar através de acções programadas para o efeito.
Desta forma, as Conferências do Casino ou a Campanha Presidencial de Manuel Alegre, levam-se a afirmar que Antero vive!
quarta-feira, dezembro 17, 2008
PORQUE O NATAL COMEÇA A FICAR ODIOSO, MAS...AINDA ESCAPA!!!

ODEIO O CARNAVAL! E porquê? Quem tem culpa! O governo... não, desta feita não. A culpa é da sociedade que alimenta o próprio Carnaval...em último caso a culpa é do próprio Carnaval que se repete de ano para ano da mesma maneira: odeio a monotonia da festa, odeio mesmo a sério a repetição das músicas carnavalescas. Já ouço e vejo as mesmas coisas há 32 anos: não ha inovação deste essa altura; o Carnaval brasileiro é sempre o mesmo desfile no sambódromo (podiam meter um desfile de 1988 e dizer que era de 2008 que ninguém notava diferença). As musiquinhas, ai as musiquinhas por serem sempre as mesmas já secaram a paciência. Tudo isso contribuiu para que já não consiga suportar essa festa. E tudo isto para dizer que o natal corre perigo! CUIDADO, o Natal está em perigo pela mesma razão: a repetição a falta de inovação. O Pai Natal já começa a chatear, sempre com o mesmo traje sempre com a mesma idade, lá tentam meter uns duendes pelo meio para alegrar mas não está a resultar pois eles são muito pequenos em comparação com o gorducho. E as músicas, os grandes clássicos de Natal de tanto serem repetidos anos a fio estão a desgastar-se. Aumentam as festas de Natal onde essas músicas sentimentais estão a ser banalizadas: já não são cantadas com sentimento...banal é a palavra chave aqui.
O Carnaval já é totalmente banal mas não façam isso ao Natal!!!
Cidadãos do mundo ocidental cristianizados e católicos: unam-se em volta do presépio e acompanhem Burl Ives nos clássicos de Natal!
A conspiração do tempo!!!

Acalmem-se internautas que não têm vida e por acaso visitara, e pior, comentaram este blogue: não é mais uma tese em defesa de Steven Seagal!!!
Vida nova, nova fotografia no perfil e vamos a novas dissertações diletantes!
Não sei se já repararam mas não conseguimos hoje em dia ver um relógio em público, seja numa qualquer repartição do estado, num escritório, numa clínica, etc, etc, etc. NADA! Se não é pelos egrégios relógios das torres de menagem ecleseásticas não sabíamos a quantas andávamos se fôssemos a depender do espaço público! Hão-de reparar nesse pequeno grande pormenor durante o dia-a-dia para ver se não é verdade! Cá para mim faz tudo parte de uma conspiração para gerar a confusão no cidadão que, ao não ter relógio de pulso e não sabendo as horas que são, pensa estar sempre atrasado e então andará sempre numa correria para resolver os seus assuntos aumentando assim a produtividade.
Se não é obrigatório por lei deveria de o ser: todas os espaços direccionados ao serviço público deverão de ter um relógio...e certinho!
terça-feira, abril 22, 2008
UMA AVENTURA NO GABINETE DO MUNÍCIPE
Era uma vez um Gabinete do Munícipe da CMH, inaugurado num profético 31 de Janeiro por S.Exa. o Presidente da CMH. A data não poderia ser mais emblemátca: a revolta republicana falhada do 31 de Janeiro no Porto, uma confusão armada, de onde adveio a célebre tirada "mas que grande 31". O grande 31 foi no passado dia 21 que também rima, quando me propus a comprar um exemplar dos Anais da CMH, não um vídeo indecoroso, mas um manuscrito famoso. Já sabia de antemão que tinha de me dirigir a dois balcões para o fazer pois a CMH não tem uma loja do cidadão ou algo do género, por isso dirigi-me ao novissimo espaço de atendimento ao público: é uma "finésse", com assentos confortáveis, máquina de senhas e respectivo écran com software digital, compatível com qualquer repartição, e com serviço de televisão adicional. Tirei uma senha para os "outros serviços" e sentei-me. Tinha de ir ao balcão para dizer o propósito da minha visita, sabendo depois que teria de ir a outro balcão, o da tesouraria para pagar o livro. Mas nada me podia preparar para o que vinha a seguir. Lá chega a minha vez depois do tempo usual de espera nestes casos que é bastante, se não fosse uma velhota simpatiquíssima ao meu lado que, num monólogo, distraí-me dizendo-me como a sua casa tinha infiltrações, e como tinha morrido uma certa pessoa e como lhe doía o joelho, enfim, lá passou para o meu número. Fui atendido, disse o que queria, pediram-me o nome que encontrava-se numa qualquer base de dados que para lá tinham, deram-me o livro e disseram-me que agora teria de ir de novo lá para fora esperar para que me chamassem para a tesouraria. Fantástico, que tal isso para um Simplex. Eu, já com o livro na minha posse, podendo fugir com essa obra prima (não fossem eles terem o meu nome no computador), de novo à espera o tempo usual para pagar um coisa qe já me tinham dado. Extraordinária a confiança que a CMH deposita nos seus munícipes. E depois de mais um tempo de espera lá fui pagar o dito cujo demorando quase uma hora para fazer algo que se resolveria normalmente em menos de 5 minutos. Pobres de nós, porque é que as pessoas que ocupam lugares de decisão neste país não pensam...Perguntam o que tem de aventuroso nisto: ir a uma qualquer repartição neste país é uma aventura no sentido em que nunca sabemos o que vai acontecera seguir.
sexta-feira, abril 04, 2008
CONCEITO DE SEMINOVO
Há uns tempos bem grandes atrás, um amigo meu achou imensa piada a um anúncio radiofónico onde se promovia um carro seminovo. Nunca tal , ele, talvez, se tinha deparado com esse conceito de seminovo, e desde então que o termo parece ter pegado pois já o ouvi noutras situações semelhantes: não só carros seminovos, mas também casas seminovas. Bem, a mim parece-me que este termo que representa sem dúvida o conceito de "não é novo mas também não é velho, está no limbo da qualidade, é um assim assim, um mais ou menos, ou razoável", tem muito de enganador, de superficial e, sobretudo de politicamente correcto, ou então, melhor ainda, é um eufemismo.
Porquê! Em vez de dizermos "tenho um carro em 2ª mão para vender", em segunda mão! Não, isso é foleiro, parece que o carro está mal estacionado! Dizer que tenho um carro usado, também não serve. Dá uma ideia de desgaste como se fosse uma coisa para utilizar uma só vez e agora já não se aproveita. Então que termo utilizar para modernizar o marketing e enganar a procura! SEMINOVO. Termo suave, não agride os ouvidos até é melodioso pois começa por uma letra sibilante (s) e dá uma ideia de frescura enganadora pois consegue-se introduzir a palavra novo. Sacanas de publicitários, são deveras espertos os malandros, vender o velho com palavra novo. Muito bem!
Portanto caros bloguistas que por motivos alienados lêem isto, quando ouvirem que um carro, uma casa, um electrodoméstico, etc, etc, etc, é seminovo, já sabem: vão aos chineses que é melhor!
Porquê! Em vez de dizermos "tenho um carro em 2ª mão para vender", em segunda mão! Não, isso é foleiro, parece que o carro está mal estacionado! Dizer que tenho um carro usado, também não serve. Dá uma ideia de desgaste como se fosse uma coisa para utilizar uma só vez e agora já não se aproveita. Então que termo utilizar para modernizar o marketing e enganar a procura! SEMINOVO. Termo suave, não agride os ouvidos até é melodioso pois começa por uma letra sibilante (s) e dá uma ideia de frescura enganadora pois consegue-se introduzir a palavra novo. Sacanas de publicitários, são deveras espertos os malandros, vender o velho com palavra novo. Muito bem!
Portanto caros bloguistas que por motivos alienados lêem isto, quando ouvirem que um carro, uma casa, um electrodoméstico, etc, etc, etc, é seminovo, já sabem: vão aos chineses que é melhor!
sexta-feira, janeiro 11, 2008
COMO RECONHECER UM FILME DO DITO CINEMA ALTERNATIVO!
Não é muito difícil esta tarefa pois existe um conjunto de indicadores para identificar filmes do dito cinema alternativo, aqueles filmes que estreiam e surgem nos festivais de cinema, feitos por realizadores malucos, nos festivais de curtas metragens e afins. Bem, na sua maioria eles são "chatos kmá putaça " e só se salvam alguns. mas vejamos como os reconhecer. Bem, primeiro que tudo a música...lenta, dá sono, se não é clássica é análoga, num ritmo pesaroso que pretende transmitir, diria melhor, incutir, um maior dramatismo ainda às imagens, se tiver então um piano a tocar sozinho uma melodia depressiva numa cena passada numa estrada de terra numa floresta tenebrosa ao fim do dia onde anda uma personagem feminina com uma roupa preta comprida...saiam da sala! Nunca deviam de lá ter ido. Segundo aspecto, não há muito diálogo, o filme aposta na transmissão de ideias e na linguagem simbólica e corporal, pretendendo que o espectador capte a essência ou a mensagem que o realizador pretendia passar. É um jogo tentar descortinar o que aquila cena quer dizer por detrás de tanto simbolismo. É por isso que eles se tornam chatos devido a esse excesso de dramatismo simbólico-depressivo. Tentam ser tão artístivo que enoja.
Não me lembro para já de mais indicadores, mas falta de diálogos e música depressiva já são um bom começo.
Não me lembro para já de mais indicadores, mas falta de diálogos e música depressiva já são um bom começo.
PANTEÃO DE ACTORES SERRALHEIROS OU MUITO SERRALHEIROS!
Outro dia apanhei a meio um filme com o Mario Van Peebles numa daquelas sessões muito tardias mesmo, onde colocam grandes obras da 7ª arte, ou seja, filmes que nem sequer são classificáveis. E esta entrada a propósito de, enquanto estava a deliciar-me com a fita, ter pensado num rol de actores que desempenham e são as estrelas em filmes deste género.
Se ainda não repararam existe uma casta de actores que podemos rotular de serralheiros porque fazem filmes que, tentando ser sérios, não o são, são uma barrigada de gargalhadas pelos efeitos especiais foleiros, pelas interpretações desengonçadas, pelas tiradas que de homéricas não têm nada, enfim pelo enredo todo, em filmes na sua maioria de acção/guerra, que resultam numa porcaria deliciosa. Mario Van Peebles é actor desses filmes: está associado a eles, aquilo já está entranhado pois é o único tipo de filmes que eles têm hipótese de entrar. Muitos desses filmes vão directamente para as salas de aluguer, para as salas de vídeo como se dizia antigamente antes da era do DVD, sem passar pelas salas de cinema.
Quem é Mario van Peebles? Lembram-se do "Ayatola do Rock" no filme Sargento de Ferro de Clint Eastwood? É ele. Sem dúvida na sua melhor representação, mas, felizmente, também não conheço toda a sua obra para o poder afirmar com toda a certeza.
Mario Van Peebles está incluído num lote de actores onde figuram Michael Dudikoff (Ninja Americano), Garey Busey (Mcbain mas mais conhecido por comandante Krill em Força em Alerta 1), Dolph Lundgren (Escorpião Vermelho mas mais conhecido pela interpretação de boxista russo em Rocky 3), Chuck Norris (sim, o grande Chuck tem filmes de arrepiar especialmente da década de 70), Jean Claude Van Danme (O Legionário é o supra sumo, num filme onde nos últimos 10 minutos de filme não há uma única fala), o próprio Steven Seagal, roça esta classe mas coloco-o a par com Charles Bronson, ligeiramente acima deste lamaçal...e mais alguns cujo nome agora não me lembro, mas que fazem filmes desse género e são conhecidos e a eles associados vivendo num limbo cinéfilo. O mais intrigante é haver quem produza estes filmes, estúdios que os façam, actores que os protagonizem e pior que tudo, pessoas que os vejam!!!
Se ainda não repararam existe uma casta de actores que podemos rotular de serralheiros porque fazem filmes que, tentando ser sérios, não o são, são uma barrigada de gargalhadas pelos efeitos especiais foleiros, pelas interpretações desengonçadas, pelas tiradas que de homéricas não têm nada, enfim pelo enredo todo, em filmes na sua maioria de acção/guerra, que resultam numa porcaria deliciosa. Mario Van Peebles é actor desses filmes: está associado a eles, aquilo já está entranhado pois é o único tipo de filmes que eles têm hipótese de entrar. Muitos desses filmes vão directamente para as salas de aluguer, para as salas de vídeo como se dizia antigamente antes da era do DVD, sem passar pelas salas de cinema.
Quem é Mario van Peebles? Lembram-se do "Ayatola do Rock" no filme Sargento de Ferro de Clint Eastwood? É ele. Sem dúvida na sua melhor representação, mas, felizmente, também não conheço toda a sua obra para o poder afirmar com toda a certeza.
Mario Van Peebles está incluído num lote de actores onde figuram Michael Dudikoff (Ninja Americano), Garey Busey (Mcbain mas mais conhecido por comandante Krill em Força em Alerta 1), Dolph Lundgren (Escorpião Vermelho mas mais conhecido pela interpretação de boxista russo em Rocky 3), Chuck Norris (sim, o grande Chuck tem filmes de arrepiar especialmente da década de 70), Jean Claude Van Danme (O Legionário é o supra sumo, num filme onde nos últimos 10 minutos de filme não há uma única fala), o próprio Steven Seagal, roça esta classe mas coloco-o a par com Charles Bronson, ligeiramente acima deste lamaçal...e mais alguns cujo nome agora não me lembro, mas que fazem filmes desse género e são conhecidos e a eles associados vivendo num limbo cinéfilo. O mais intrigante é haver quem produza estes filmes, estúdios que os façam, actores que os protagonizem e pior que tudo, pessoas que os vejam!!!
sexta-feira, janeiro 04, 2008
STEVEN SEAGAL MORREU REALMENTE NO FILME DECISÃO CRÍTICA?!
É impensável Steven Seagal levar um soco num dos seus filmes, quanto mais morrer,isso equivaleria ao Apocalipse. Mas temos no filme Decisão Crítica um caso bicudo. Nesse filme Seagal desempenha o papel de Comandante de uma equipa dos Navy Seals que voa a bordo de um F117 modificado chamado rémora para acopular no ventre de um Boeing 747 em pleno vôo. Na cena uma manga liga ambas as aeronaves e a equipa de Seagal começa a entrar dentro do Boeing. Todavia, devido a turbulências a manga acaba por soltar-se e partir-se na altura em que Seagal estava no meio da mesma. Ele sacrifica-se e vê-se o seu corpo sendo projectado para trás e cair no espaço. E o filme continua, de Steven não se vê nem mais um cabelinho nem se diz mais nada. Ele morreu da queda? Não é dito que ele morreu e não se fala mais da personagem até o fim do filme. Não podemos dizer com toda a certeza que ele morreu porque não se vê o corpo de Seagal apenas presumimos que sim pois ele caiu a não sei quantos milhares de metros. Ele poderia ter um pára-quedas! Sabemos que ele anda sempre precavido por isso é muito provável! Mas só pelo facto de não se ter visto o corpo dele, nem a morte efectiva e de no restante filme não ser dito que ele morreu, podemos afirmar que Steven Seagal nunca morreu em nenhum filme.
Assim sendo o seu estado em Decisão Crítica é DESAPARECIDO EM ACÇÃO.
Assim sendo o seu estado em Decisão Crítica é DESAPARECIDO EM ACÇÃO.
SEMELHANÇAS ENTRE OS FILMES DE STEVEN SEAGAL E DE CLINT EASTWOOD.
Mais uma afirmação e aproveito para acrescentar, óbvia, especialmente para quem já viu praticamente todos os filmes de ambos.
Vejamos. Tal como Steven Seagal, Clint também encarna quase sempre a mesma personagem: o herói com um passado desconhecido, obscuro diria, mas não imaculado, que vem castigar os maus, isto especialmente nos western. No caso de Clint, num semi arraial de porrada onde dominam as armas de fogo em detrimento dos punhos. As personagens de Clint são quase sempre polícias tal como Steven, quem não conhece Dirty Harry. Eu vou até mais longe e afirmo que STEVEN SEAGAL ADMIRA CLINT EASTWOOD POIS É SEU CONTEMPORÂNEO DA SÉTIMA ARTE E COPIA CENAS DE FILMES DO CLINT(bem, pelo menos uma): no filme em que Steven Seagal encarna o papel de agente ambiental do governo com uma passado obscuro que luta numa pequena cidade do interior contra polícias corruptos manietados por um grande empresário que despeja lixo tóxico nas montanhas poluindo a natureza, existe uma cena em que Seagal sai de uma carpintaria para ser rodeado por uma pandilha que lhe iria aplicar um correctivo. Seagal pega num barrote de madeira que tinha acabado de comprar e que estava na caixa da sua furgoneta e começa a partir lenha na cara dos agressores. Cena igualinha se passa no filme de Clint, um western, em que ele encarna um pseudo pastor com um passado obscuro que chega a uma cidadezita nas montanhas para lutar pelos direitos de mineiros contra um empresário que queria expulsar esses mnineiros e ficar com as suas terras para sacar o ouro delas. Numa cena, um mineiro é enxertado de porrada com barrotes por uma pandilha. Clint chega por detrás e munido também ele com um barrote começa a rachar lenha nos agressores. Em vez de uma furgoneta estacionada havia uma carroça, e é nas traseiras de ambas onde se passa uma cena de pancadaria à antiga com barrotes de lenha.Não tenho agora presente o nome dos filmes mas a cena de porrada é igualinha.
Vejamos. Tal como Steven Seagal, Clint também encarna quase sempre a mesma personagem: o herói com um passado desconhecido, obscuro diria, mas não imaculado, que vem castigar os maus, isto especialmente nos western. No caso de Clint, num semi arraial de porrada onde dominam as armas de fogo em detrimento dos punhos. As personagens de Clint são quase sempre polícias tal como Steven, quem não conhece Dirty Harry. Eu vou até mais longe e afirmo que STEVEN SEAGAL ADMIRA CLINT EASTWOOD POIS É SEU CONTEMPORÂNEO DA SÉTIMA ARTE E COPIA CENAS DE FILMES DO CLINT(bem, pelo menos uma): no filme em que Steven Seagal encarna o papel de agente ambiental do governo com uma passado obscuro que luta numa pequena cidade do interior contra polícias corruptos manietados por um grande empresário que despeja lixo tóxico nas montanhas poluindo a natureza, existe uma cena em que Seagal sai de uma carpintaria para ser rodeado por uma pandilha que lhe iria aplicar um correctivo. Seagal pega num barrote de madeira que tinha acabado de comprar e que estava na caixa da sua furgoneta e começa a partir lenha na cara dos agressores. Cena igualinha se passa no filme de Clint, um western, em que ele encarna um pseudo pastor com um passado obscuro que chega a uma cidadezita nas montanhas para lutar pelos direitos de mineiros contra um empresário que queria expulsar esses mnineiros e ficar com as suas terras para sacar o ouro delas. Numa cena, um mineiro é enxertado de porrada com barrotes por uma pandilha. Clint chega por detrás e munido também ele com um barrote começa a rachar lenha nos agressores. Em vez de uma furgoneta estacionada havia uma carroça, e é nas traseiras de ambas onde se passa uma cena de pancadaria à antiga com barrotes de lenha.Não tenho agora presente o nome dos filmes mas a cena de porrada é igualinha.
PORQUE É QUE OS FILMES DO STEVEN SEAGAL SÃO BONS.
Bem, o título deste texto diz tudo: primeiro porque trata-se de uma afirmação o que a torna como uma assumpção verdadeira por parte de quem a escreve...eu. Não é uma pergunta nem uma exclamação como muitos gostariam. Por isso é uma certeza o que é dito.
E porque é que são bons! O que os torna tão apetecíveis de ver uma, duas, três vezes ao dia ou trezentas vezes por semana na TVi?!
Bem, primeiro que tudo não há lamechices! Aquelas cenas horrorosas que pretendem pôr a plateia a chorar nem que seja de rir não existem lá e nem sei se elas existem no argumento. Se existem são tão secundárias e mal representadas que nem damos por elas. Depois, o filme é genuíno no sentido em que Steven Seagal é realmente mestre de artes marciais, campeão e cinturão negro de aikido, e perito noutras variantes nipónicas, entrando mesmo pelo campo da prática do "chi". Nos filmes de Steven Seagal tirando uns mais recentes, não há duplos e as cenas de pancadaria grossa é ele que as faz e certamente coreografa. Bem, nalgumas não há nada para coreografar. É genuíno porque não engana quem o vai ver. Explico. Nos filmes do Steven Seagal ele encarna sempre o mesmo papel, as personagens têm sempre nomes curtos e já sabemos de antemão que ele vai partir a louça toda, quem se meter com ele vai levar porrada até dizer chega e ele nem vai ser tocado, a vai acabar tudo bem...antecedido por um banho de sangue, num périplo de osso partidos. Por isso sentamo-nos, relaxamos, pomos o saco das pipocas à frente e venha cá o entertenimento. Eu, tal como as personagens do Steven Seagal dizem, também não gosto de surpresas. Não tenho pachorra para filmes como Karaté Kid, onde uma pseudo-herói amaricado leva na boca e nos olhos durante o filme todo e somente no fim, depois ainda de levar porrada dos maus, é que consegue um turnover e sair vencedor. Por amor do Divino, se não fosse pelo mestre Miyagui a dar uma massagem de vez em quando nos maus não havia vitória do bem contra o mal. Nos filmes do Steven Seagal, que representa um bem pervertido, o bem ganha sempre. E por falar em representar, ele não o faz. Ele não é actor o que me poupa muitas lamechices e faz-me rir bastante do seu desempenho.
A previsibilidade dos seus filmes é de louvar: as suas personagens são sempre as mesmas e eu carrego aqui no sempre pois ele faz sempre o mesmo papel: polícia com passado obscuro nas forças ou serviços especiais que luta em simultâneo contra colegas corruptos, sindicatos do crime ligados à droga ou máfias jamaicanas. Se não é polícia é militar. Nas histórias a sua família é sempre ameaçada o que ainda eleva mais a sua raiva, e isso costuma acontecer a meados do filme, altura em que os ossos começam a estalar. Nos seus filmes não há cá historinha de amor lamecha: ele é frequentemente casado e com grande actrizes como Sharon Stone na fase proto abertura de pernas, mas isso não é relevante. Há umas poucas cenas íntimas mas nada que demore mais do que desapertar o soutien e se está a demorar mais é porque vão entrar uns bandidos a que ele vai ter que limpar o sebo logo na altura ou então depois de sair do seu coma de 8 ou 9 anos. As serralhas (cenas fantásticas, irreais e que nos fazem desatar à gargalhada) pululam em certos filmes especialmento nos mais recentes, mas a regra é as serralhas estarem ligadas ao seu desempenho como actor.
Por tudo isto Steven Seagal é o meu herói porque ele faz tudo para encarnar o verdadeiro herói: um herói que não leva na cara, um herói utópico sim, mas daqueles que nós gostamos de ver em acção porqaue sabemos que vai castigar sempre os que merecem e nós, e falo no plural de forma presunçosa mas consciente que é assim, nós gostávamos que as coisas no mundo fossem resolvidas assim e que o bem triunfasse sempre. Sabemos que não existem Stevens Seagais na realidade mas isso não significa que não os desejemos.
E porque é que são bons! O que os torna tão apetecíveis de ver uma, duas, três vezes ao dia ou trezentas vezes por semana na TVi?!
Bem, primeiro que tudo não há lamechices! Aquelas cenas horrorosas que pretendem pôr a plateia a chorar nem que seja de rir não existem lá e nem sei se elas existem no argumento. Se existem são tão secundárias e mal representadas que nem damos por elas. Depois, o filme é genuíno no sentido em que Steven Seagal é realmente mestre de artes marciais, campeão e cinturão negro de aikido, e perito noutras variantes nipónicas, entrando mesmo pelo campo da prática do "chi". Nos filmes de Steven Seagal tirando uns mais recentes, não há duplos e as cenas de pancadaria grossa é ele que as faz e certamente coreografa. Bem, nalgumas não há nada para coreografar. É genuíno porque não engana quem o vai ver. Explico. Nos filmes do Steven Seagal ele encarna sempre o mesmo papel, as personagens têm sempre nomes curtos e já sabemos de antemão que ele vai partir a louça toda, quem se meter com ele vai levar porrada até dizer chega e ele nem vai ser tocado, a vai acabar tudo bem...antecedido por um banho de sangue, num périplo de osso partidos. Por isso sentamo-nos, relaxamos, pomos o saco das pipocas à frente e venha cá o entertenimento. Eu, tal como as personagens do Steven Seagal dizem, também não gosto de surpresas. Não tenho pachorra para filmes como Karaté Kid, onde uma pseudo-herói amaricado leva na boca e nos olhos durante o filme todo e somente no fim, depois ainda de levar porrada dos maus, é que consegue um turnover e sair vencedor. Por amor do Divino, se não fosse pelo mestre Miyagui a dar uma massagem de vez em quando nos maus não havia vitória do bem contra o mal. Nos filmes do Steven Seagal, que representa um bem pervertido, o bem ganha sempre. E por falar em representar, ele não o faz. Ele não é actor o que me poupa muitas lamechices e faz-me rir bastante do seu desempenho.
A previsibilidade dos seus filmes é de louvar: as suas personagens são sempre as mesmas e eu carrego aqui no sempre pois ele faz sempre o mesmo papel: polícia com passado obscuro nas forças ou serviços especiais que luta em simultâneo contra colegas corruptos, sindicatos do crime ligados à droga ou máfias jamaicanas. Se não é polícia é militar. Nas histórias a sua família é sempre ameaçada o que ainda eleva mais a sua raiva, e isso costuma acontecer a meados do filme, altura em que os ossos começam a estalar. Nos seus filmes não há cá historinha de amor lamecha: ele é frequentemente casado e com grande actrizes como Sharon Stone na fase proto abertura de pernas, mas isso não é relevante. Há umas poucas cenas íntimas mas nada que demore mais do que desapertar o soutien e se está a demorar mais é porque vão entrar uns bandidos a que ele vai ter que limpar o sebo logo na altura ou então depois de sair do seu coma de 8 ou 9 anos. As serralhas (cenas fantásticas, irreais e que nos fazem desatar à gargalhada) pululam em certos filmes especialmento nos mais recentes, mas a regra é as serralhas estarem ligadas ao seu desempenho como actor.
Por tudo isto Steven Seagal é o meu herói porque ele faz tudo para encarnar o verdadeiro herói: um herói que não leva na cara, um herói utópico sim, mas daqueles que nós gostamos de ver em acção porqaue sabemos que vai castigar sempre os que merecem e nós, e falo no plural de forma presunçosa mas consciente que é assim, nós gostávamos que as coisas no mundo fossem resolvidas assim e que o bem triunfasse sempre. Sabemos que não existem Stevens Seagais na realidade mas isso não significa que não os desejemos.
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