sábado, julho 04, 2009

Impossibilidades...


Há 3 coisas neste mundo que nunca vão acontecer (quase de certeza absoluta)

1ª- meu irmão vindimar;

2ª- El-rei D. Sancho subir o Pico;

3ª - Ver o "Syriana".

A primeira impossibilidade é por causa das costas, a segunda costas e pernas e a terceira é de sono mesmo.

O Syriana é estranhamente confuso logo no início e nem mesmo o George a escapar de uma explosão sem olhar para trás, tal como foi muito bem parodiado no MTV Movie Awards 2009 pelo Andy e pelo Will Ferrel que gozavam com o facto de os verdadeiros heróis, os verdadeiros duros nunca olharem para trás quando há uma explosão que eles sabem que vai acontecer, é o suficiente para manter o espectador amarrado. Não se percebe nada da história logo no início o que, aliado ao facto de tentar sempre ver a película numa sessão nocturna, tem resultado em 3 tentativas (creio que já vai em 3) que acabam num ronco profundo acompanhado de espasmos e babanço numa poltrona. Quando despertamos é direitinho para a cama e há de se tentar para a próxima.

Depois, lá num outro dia, pimba, mais do mesmo: um "plot" muito confuso, sem se perceber nada de nada, muito à "Old Boy" mas muito mais secante pois mete política pelo meio... e de novo é para dormir.
Este melodrama político à americana, ou melhor à Syriana, é aconselhado para insónias agudas, benfiquismo, enjôos de todo o género e contracções...passa tudo!

quarta-feira, maio 06, 2009

ETA faz harakiri


Um grupo terrorista que se preze não deve de fazer atentados sobre os outros mas, já agora sobre si próprio para manter as coisas animadas!

É exactamente isso que o grupo separatista basco acabou de fazer quando ouvi a notícia que são duas mulheres que estão agora à frente dos seus destinos!
Acabou-se a ETA meus caros amigos! E afinal era tão fácil! Se o governo espanhol já tivesse pensado que não era com tácticas antiterroristas que conseguiam isso, mas sim pura e simplesmente colocando mulheres no poder.

A ETA está finada e porquê? Já viram duas mulheres a entenderem-se ou a concordar com alguma coisa? Se fosse só uma mulher a liderar a ETA iríamos ter gorros cor-de-rosa em vez de pretos ou brancos a proteger as cabeças e identidaddes dos etarras, mas com duas o dilema vai ser entre o cor-de-rosa e o jasmim! E as coisas não ficam por aqui: o tipo de rastilho, o comprimento do pavio, a marca da camioneta onde colocar os explosivos...pior, a cor da camioneta, etc, etc, etc...estão a ver a quantidade de decisões que um grupo terrorista tem de tomar para levar a cabo os seus intentos, impossíveis de realizar com mulheres, pois elas pura e simplesmente não se conseguem decidir sobre nada!!!

A ETA já era!

"VAI PARA O CARAÇAS"


É com esta tirada que os polícias na série portuguesa com o mesmo nome se insultam.
Ontem passei o serão a ver a reposição desta obra prima ne RTP Memória, obra prima da comédia que rivaliza à vontade com "O Tal Canal", embora seja da década seguinte.

Aquilo é uma barrilada de gargalhadas do princípio ao fim, quiçá numa tentativa desconchavada de copiar outros modelos do género policial para televisão. "Polícias" fica na unha do pé de "Hill Street Blues" apesar de ter encontrado esta sinopse no site do Canal 1:

"Polícias é uma série policial com argumento de Moita Flores e Luís Filipe Costa, construída a partir de um caso de polícia, o caso do Estripador de Lisboa.


Esta saga policial trata sobretudo de uma reflexão sobre a violência, ao mesmo tempo que nos dá uma perspectiva do aspecto sociológico de uma Lisboa noctívaga, acompanhada por uma banda sonora que lhe assenta como uma luva.


A acção decorre do quotidiano de uma brigada de polícia com a novidade uma agente, que luta por um tratamento de igualdade. Além disso, a tónica desta série de acção conta-nos as vidas pessoais dos agentes da lei, o seu lado humano e como se debatem para enfrentar uma violência quotidiana."



O Estripador de Lisboa devia de receber a pena máxima, não só por estripar prostitutas toxicodependentes, mas, sobretudo, por servir de inspiração a uma série televisiva portuguesa como "Polícias". Os crimes nunca foram solucionados e deram origem a outro.

A banda sonora realmente assenta como uma luva...mas daquelas rotas na ponta dos dedos pois nem reparei nela, compenetrado como estava no enredo...

O único agente que vi a lutar por um tratamento igualitário, revolta-se quando a procuradora coloca sobre prisão preventiva um indivíduo que tinha enchido o cú de outro com chumbo, inadvertidamente claro ao disparar uma cartucheira sobre a sua roulote supostamente para o castigar por andar a meter gado na sua terra. O agente achava que era um tratamento severo demais para um pequeno delito e ficou ofendido como foi tratado pela procuradora...o drama, o conflito moral as relações preconceituosas de poder... motivadas por chumbo no rabo! Genial!

A tónica na vida e nos dilemas pessoais de cada agente é hilariantemente rebuscada; as cenas de acção são de escanchar a rir, mas melhor ainda é a forma como se debatem com a violência quotidiana, eles não, os seus estômagos, pois dois deles vão a uma casa de pasto almoçar e cada um pede um cozido à portuguesa mais uma garrafa de vinho tinto da casa!
Como é que eles vão conseguir combater a violência Lisboeta se mal conseguem andar!Genial!

É caso para dizer "Vai para o caraças!"

terça-feira, maio 05, 2009

O ESTIGMA "AFRO" EM HOLLYWOOD


É piada comum dizer que o negro morre sempre nos filmes americanos, tal como dizer que eles são sempre os criados, e isto mesmo fora do género de filme de época ou histórico.
Se não são os africanos, são os mexicanos, ou latinos em geral, enfim as raças categorizadas como menores ao longo da História. Reparem nas novelas brasileiras e vejam se os criados não são sempre ou quase sempre crioulos?

MAS HÁ UMAS EXCEPÇÕES! Sim, por incrível que pareça, neste mundo ou sociedade preconceituosa e xenófoba que Hollywood retrata e molda, há casos em que o africano lá chega a tempo dos créditos finais. Agora de repente lembro-me de LL Cool J em Deep Blue Sea, onde faz de cozinheiro numa estação oceânica que faz testes em tubarões extra large. O moço consegue chegar ao fim do filme mais o branco. Claro que antes ele fora mordido por um tubarão mas mesmo assim consegue resistir: único!

Esse filme é extramente importante para o desenvolvimento deste artigo de opinião por uma duplicidade antagónica que passo a explicar: nele entra o afro-americano mais resistente em Hollywood: Samuel L. Jackson, que, ironicamente neste filme é comido por um tubarão, daí a dupla importância antagógica.

Se há excepção à "matança" que os negros sofrem na 7ª arte, é este actor pois são raríssimos os filmes que protagoniza e que não chega ao fim, muito pelo contrário, nos filmes de Samuel L. Jackson quem tem que se cuidar são os brancos, os latinos, e a restante arraia miúda.

Célebres são as suas tiradas enquanto despacha bandidos, cobras, dróides (na Guerra das Estrelas ele morre vaporizado mas foi uma excepção... mas ele ressuscita através da Força por isso não conta).

Por isso remato dizendo que enquanto há Samuel L. Jackson há vida e esperança para os irmãos em Hollywood.

E nas suas próprias palavras "Enough is enough! I have had it with these motherfucking snakes on this motherfucking plane!"

quarta-feira, abril 29, 2009

O positivo no negativo!

Esta entrada resulta de uma constatação objectiva, seca, austera, fria, crua e dura com uma pitada de positivismo e de esperança cristã de que, mesmo na maior tragédia ou catástrofe telúrica, como é o caso, existe sempre algo de bom ou positivo.
Isto vem ao encontro, também, daqueles que dizem que podemos brincar ou fazer uma anedota com tudo... mesmo o Holocausto!
Falo do Vulcão dos Capelinho de 57 a 58: terrível catástrofe, que desgraça, que agonias para as pessoas. MAS QUAL QUÊ! A erupção do Vulcão dos Capelinhos foi a melhor coisa que aconteceu ao Faial no século XX.
1- não morreu ninguém (acho que só algumas cabeças de gado);
2- a ilha, que estava a rebentar pelas costuras em termos populacionais, originando que muitas famílias vivessem no limiar ou mesmo na total miséria, viu a sua demografia ficar reduzida sensivelmente para metade, fruto daqueles que emigraram, libertando o espaço limitativo do sufoco de uma sobrepopulação;
3- fruto dessa emigração, aqueles que antes viviam mal e tristemente na probreza ou que viviam na sobrevivência, ao emigrar para as Américas sobretudo, melhoraram substancialmente o seu nível de vida, fazendo, em muitos caso, fortuna, não vindo a regressar;
4- a ilha do Faial e o próprio arquipélago que até então eram totalmente desconhecidos para o mundo e mesmo dentro do território português, passaram, do dia para a noite, a capa da National Geographic, saltando para a ribalta nacional e internacional;
5-fruto dessa projecção, 50 anos depois o vulcão é um produto turístico, com toda a certeza o mais conhecido da ilha, vindo simples turistas tirar fotografias, especialistas estudar o fenómeno vulcanológico, cineastas realizar filmes, etc,etc,etc...trazendo divisas para a ilha. É incomensurável (talvez) o dinheiro que a ilha já arrecadou à custa do vulcão;
6- fruto dessa projecção e da vinda para a ilha de meios técnicos nunca antes vistos na região e ilha, ficámos com as primeiras imagens a cores da ilha em filme e com documentos históricos que não só permitem estudar o própprio fenómeno natural, mas também toda a sociedade e modo de vida, material e imaterial da época;
7- a ilha ficou maior.

Por todas essas razões a erupção do Vulcão dos Capelinhos foi algo positivo, e se pensarmos que isso é algo que devemos estar sempre à espera nestas ilhas, e ao qual não podemos fugir, por isso não vale a pena levar as mãos à cabeça quando acontece pois já devíamos de saber que vai acontecer, e que temos de encarar como uma coisa natural, devemos potencializer um pensamento também ele positivo para rentabilizar ao máximo as manifestações telúricas nesta região.

quarta-feira, março 25, 2009

COMO SER TREINADOR EM 1 LIÇÃO OU "POST"


Isto a propósito das seguintes declarações de Carlos Queiroz que encontrei nas notícias do AO online:

Há uma atmosfera especial no rosto, nos sinais corporais de cada jogador. Estamos confiantes de que este vai ser o nosso ano e que, até final, vai ser uma caminhada especial. Vamos ganhar os jogos, marcar golos”, referiu em Óbidos, onde a selecção portuguesa está concentrada.

Carlos Queiroz considerou ainda que a equipa vai ter de jogar “à portuguesa” para complicar a tarefa da Suécia, sábado, no Estádio do Dragão, no Porto em encontro do Grupo 1 de apuramento para o Mundial2010.

“Temos de fazer o nosso futebol. Temos de jogar à portuguesa, com um futebol atraente, moderno, com movimento, velocidade, fantasia, criatividade. Se pusermos essa maneira de estar dentro de campo, de certeza que ficam alguns argumentos difíceis de contrariar pela Suécia”, afirmou.

“Não vai ser um jogo fácil, frente a uma equipa difícil, mas vamos encontrar aí toda a motivação para fazer um grande jogo”, considerou.

Embora não considere o encontro com a Suécia decisivo, Queiroz lembrou que Portugal não pode perder mais pontos em casa, após a derrota com a Dinamarca (2-3) e o “nulo” com a Albânia.

Estamos numa maratona e no fim fazemos as contas. Mas é um jogo em casa e não queremos perder mais pontos. Mas, no final é que vamos fazer as contas”, afirmou.".


1- A atmosfera do rosto e os sinais corporais resultam certamente de flatos que os jogadores soltaram aquando de algum exercício mais puxado para a zona do cóxis, nomeadamente quando se sentaram depois de dar uma corridita pelo campo e soltaram os gases da feijoada à transmontana com que foram faustamente servidos na noite anterior. Por isso Carlos, se é que te posso chamar assim, não são sinais de optimismo mas de alívio e a atmosfera não deve ser muito respirável;

2- O optimismo que tenho no apuramento da selecção é o facto de Carlos começar a perceber que para ganhar jogos é preciso marcar golos, de preferência mais um do que o adversário;

3-Espero bem que Portugal não jogue "à portuguesa" nem "à inglesa" nem "à tirolesa". Espero que jogue bem, rápido, e que marque mais um golo que o adversário.

4- Da maneira que Queiroz define o "futebol à portuguesa" parece que no Sábado vamos ver um desfile de moda em vez de um jogo de futebol;

5- Queiroz começa a perceber que os jogos não são fáceis porque os adversários são difíceis: mais uma vez o meu optimismo cresce pois o seleccionador já começou a perceber o óbvio.

6- Mas há ainda arestas a limar: este jogo é decisivo, aliás os outros todos também o eram pois está um apuramento em causa. Logo é preciso ganhar o máximo de jogos, que são todos, daí a sua importância vital;

7- Já não estás numa maratona mas sim nos 100 metros barreiras;

Em sum: um treinador tem que colocar a jogar quem está mais em forma, motivado e quem trabalhou mais. Tem que conhecer os pontos fortes e fracos do adversário para escolher a sua equipa de acordo com isso e tem que meter na cabeça dos seus duas máximas fundamentais que o puto da esquina já aprendeu: QUEM NÃO REMATA NÃO MARCA E QUEM NÃO MARCA SOFRE!

terça-feira, março 10, 2009

INÉDITO: PRIMEIRO POST QUE APARENTA SER SÉRIO...E É-O, INTITULADO- "ANTERO VIVE EM ALEGRE"

Pois é meus caros amigos tinha de haver uma primeira vez.
Aquando da ante-estréia do mais recente trabalho de Zeca Medeiros, trabalho esse cinematográfico diga-se de passagem, onde, em duas horas recria (ou propõe) uma viagem pela vida de Antero Tarquínio de Quental, pus-me a pensar que havia certas semelhanças entre este grande açoreano da cultura e Manuel Alegre. Mas antes dessa analogia, deixem-me só acrescentar que senti-me tentado a ir à ante-estreia, antes de ter visto a ante ante-estreia nas notícias; depois mudei um pouco a opinião pois sobre este novo trabalho do realizador açoreano só me resta citar em jeito de comentário a deixa de Gene Wilder em "Blazing Sadles" "matei mais homens do que Cecil B. de Mille".
Antero propunha com as Conferências do casino em 1871"abrir uma tribuna" onde se discutiriam assuntos antigos com repercussões na época, onde se pensaria o presente para trilhar o futuro e onde o grande objectivo era "agitar" a opinião pública e a cultura portuguesa, amorfa.
Presentemente encontro este mesmo paralelismo tanto em projecto de vida no político dissidente que é Manuel Alegre, que afirmou que a sua campanha para as presidenciais e todo o movimento que estava a gerar não tinha o carácter partidário mas sim de gerar uma consciência cívica para debater as principais questões que apoquentam a nação. Vejo em ambos o mesmo discurso, nem tanto a ideologia, se bem que não conheço totalmente o pensamento político de Alegre, mas os objectivos finais serão os mesmos e os meios para os atingir: movimento cívico; discutir e consciencializar através de acções programadas para o efeito.
Desta forma, as Conferências do Casino ou a Campanha Presidencial de Manuel Alegre, levam-se a afirmar que Antero vive!

quarta-feira, dezembro 17, 2008

PORQUE O NATAL COMEÇA A FICAR ODIOSO, MAS...AINDA ESCAPA!!!


ODEIO O CARNAVAL! E porquê? Quem tem culpa! O governo... não, desta feita não. A culpa é da sociedade que alimenta o próprio Carnaval...em último caso a culpa é do próprio Carnaval que se repete de ano para ano da mesma maneira: odeio a monotonia da festa, odeio mesmo a sério a repetição das músicas carnavalescas. Já ouço e vejo as mesmas coisas há 32 anos: não ha inovação deste essa altura; o Carnaval brasileiro é sempre o mesmo desfile no sambódromo (podiam meter um desfile de 1988 e dizer que era de 2008 que ninguém notava diferença). As musiquinhas, ai as musiquinhas por serem sempre as mesmas já secaram a paciência. Tudo isso contribuiu para que já não consiga suportar essa festa. E tudo isto para dizer que o natal corre perigo! CUIDADO, o Natal está em perigo pela mesma razão: a repetição a falta de inovação. O Pai Natal já começa a chatear, sempre com o mesmo traje sempre com a mesma idade, lá tentam meter uns duendes pelo meio para alegrar mas não está a resultar pois eles são muito pequenos em comparação com o gorducho. E as músicas, os grandes clássicos de Natal de tanto serem repetidos anos a fio estão a desgastar-se. Aumentam as festas de Natal onde essas músicas sentimentais estão a ser banalizadas: já não são cantadas com sentimento...banal é a palavra chave aqui.
O Carnaval já é totalmente banal mas não façam isso ao Natal!!!
Cidadãos do mundo ocidental cristianizados e católicos: unam-se em volta do presépio e acompanhem Burl Ives nos clássicos de Natal!

A conspiração do tempo!!!


Acalmem-se internautas que não têm vida e por acaso visitara, e pior, comentaram este blogue: não é mais uma tese em defesa de Steven Seagal!!!
Vida nova, nova fotografia no perfil e vamos a novas dissertações diletantes!

Não sei se já repararam mas não conseguimos hoje em dia ver um relógio em público, seja numa qualquer repartição do estado, num escritório, numa clínica, etc, etc, etc. NADA! Se não é pelos egrégios relógios das torres de menagem ecleseásticas não sabíamos a quantas andávamos se fôssemos a depender do espaço público! Hão-de reparar nesse pequeno grande pormenor durante o dia-a-dia para ver se não é verdade! Cá para mim faz tudo parte de uma conspiração para gerar a confusão no cidadão que, ao não ter relógio de pulso e não sabendo as horas que são, pensa estar sempre atrasado e então andará sempre numa correria para resolver os seus assuntos aumentando assim a produtividade.
Se não é obrigatório por lei deveria de o ser: todas os espaços direccionados ao serviço público deverão de ter um relógio...e certinho!

terça-feira, abril 22, 2008

UMA AVENTURA NO GABINETE DO MUNÍCIPE

Era uma vez um Gabinete do Munícipe da CMH, inaugurado num profético 31 de Janeiro por S.Exa. o Presidente da CMH. A data não poderia ser mais emblemátca: a revolta republicana falhada do 31 de Janeiro no Porto, uma confusão armada, de onde adveio a célebre tirada "mas que grande 31". O grande 31 foi no passado dia 21 que também rima, quando me propus a comprar um exemplar dos Anais da CMH, não um vídeo indecoroso, mas um manuscrito famoso. Já sabia de antemão que tinha de me dirigir a dois balcões para o fazer pois a CMH não tem uma loja do cidadão ou algo do género, por isso dirigi-me ao novissimo espaço de atendimento ao público: é uma "finésse", com assentos confortáveis, máquina de senhas e respectivo écran com software digital, compatível com qualquer repartição, e com serviço de televisão adicional. Tirei uma senha para os "outros serviços" e sentei-me. Tinha de ir ao balcão para dizer o propósito da minha visita, sabendo depois que teria de ir a outro balcão, o da tesouraria para pagar o livro. Mas nada me podia preparar para o que vinha a seguir. Lá chega a minha vez depois do tempo usual de espera nestes casos que é bastante, se não fosse uma velhota simpatiquíssima ao meu lado que, num monólogo, distraí-me dizendo-me como a sua casa tinha infiltrações, e como tinha morrido uma certa pessoa e como lhe doía o joelho, enfim, lá passou para o meu número. Fui atendido, disse o que queria, pediram-me o nome que encontrava-se numa qualquer base de dados que para lá tinham, deram-me o livro e disseram-me que agora teria de ir de novo lá para fora esperar para que me chamassem para a tesouraria. Fantástico, que tal isso para um Simplex. Eu, já com o livro na minha posse, podendo fugir com essa obra prima (não fossem eles terem o meu nome no computador), de novo à espera o tempo usual para pagar um coisa qe já me tinham dado. Extraordinária a confiança que a CMH deposita nos seus munícipes. E depois de mais um tempo de espera lá fui pagar o dito cujo demorando quase uma hora para fazer algo que se resolveria normalmente em menos de 5 minutos. Pobres de nós, porque é que as pessoas que ocupam lugares de decisão neste país não pensam...Perguntam o que tem de aventuroso nisto: ir a uma qualquer repartição neste país é uma aventura no sentido em que nunca sabemos o que vai acontecera seguir.

sexta-feira, abril 04, 2008

CONCEITO DE SEMINOVO

Há uns tempos bem grandes atrás, um amigo meu achou imensa piada a um anúncio radiofónico onde se promovia um carro seminovo. Nunca tal , ele, talvez, se tinha deparado com esse conceito de seminovo, e desde então que o termo parece ter pegado pois já o ouvi noutras situações semelhantes: não só carros seminovos, mas também casas seminovas. Bem, a mim parece-me que este termo que representa sem dúvida o conceito de "não é novo mas também não é velho, está no limbo da qualidade, é um assim assim, um mais ou menos, ou razoável", tem muito de enganador, de superficial e, sobretudo de politicamente correcto, ou então, melhor ainda, é um eufemismo.
Porquê! Em vez de dizermos "tenho um carro em 2ª mão para vender", em segunda mão! Não, isso é foleiro, parece que o carro está mal estacionado! Dizer que tenho um carro usado, também não serve. Dá uma ideia de desgaste como se fosse uma coisa para utilizar uma só vez e agora já não se aproveita. Então que termo utilizar para modernizar o marketing e enganar a procura! SEMINOVO. Termo suave, não agride os ouvidos até é melodioso pois começa por uma letra sibilante (s) e dá uma ideia de frescura enganadora pois consegue-se introduzir a palavra novo. Sacanas de publicitários, são deveras espertos os malandros, vender o velho com palavra novo. Muito bem!
Portanto caros bloguistas que por motivos alienados lêem isto, quando ouvirem que um carro, uma casa, um electrodoméstico, etc, etc, etc, é seminovo, já sabem: vão aos chineses que é melhor!

sexta-feira, janeiro 11, 2008

COMO RECONHECER UM FILME DO DITO CINEMA ALTERNATIVO!

Não é muito difícil esta tarefa pois existe um conjunto de indicadores para identificar filmes do dito cinema alternativo, aqueles filmes que estreiam e surgem nos festivais de cinema, feitos por realizadores malucos, nos festivais de curtas metragens e afins. Bem, na sua maioria eles são "chatos kmá putaça " e só se salvam alguns. mas vejamos como os reconhecer. Bem, primeiro que tudo a música...lenta, dá sono, se não é clássica é análoga, num ritmo pesaroso que pretende transmitir, diria melhor, incutir, um maior dramatismo ainda às imagens, se tiver então um piano a tocar sozinho uma melodia depressiva numa cena passada numa estrada de terra numa floresta tenebrosa ao fim do dia onde anda uma personagem feminina com uma roupa preta comprida...saiam da sala! Nunca deviam de lá ter ido. Segundo aspecto, não há muito diálogo, o filme aposta na transmissão de ideias e na linguagem simbólica e corporal, pretendendo que o espectador capte a essência ou a mensagem que o realizador pretendia passar. É um jogo tentar descortinar o que aquila cena quer dizer por detrás de tanto simbolismo. É por isso que eles se tornam chatos devido a esse excesso de dramatismo simbólico-depressivo. Tentam ser tão artístivo que enoja.
Não me lembro para já de mais indicadores, mas falta de diálogos e música depressiva já são um bom começo.

PANTEÃO DE ACTORES SERRALHEIROS OU MUITO SERRALHEIROS!

Outro dia apanhei a meio um filme com o Mario Van Peebles numa daquelas sessões muito tardias mesmo, onde colocam grandes obras da 7ª arte, ou seja, filmes que nem sequer são classificáveis. E esta entrada a propósito de, enquanto estava a deliciar-me com a fita, ter pensado num rol de actores que desempenham e são as estrelas em filmes deste género.
Se ainda não repararam existe uma casta de actores que podemos rotular de serralheiros porque fazem filmes que, tentando ser sérios, não o são, são uma barrigada de gargalhadas pelos efeitos especiais foleiros, pelas interpretações desengonçadas, pelas tiradas que de homéricas não têm nada, enfim pelo enredo todo, em filmes na sua maioria de acção/guerra, que resultam numa porcaria deliciosa. Mario Van Peebles é actor desses filmes: está associado a eles, aquilo já está entranhado pois é o único tipo de filmes que eles têm hipótese de entrar. Muitos desses filmes vão directamente para as salas de aluguer, para as salas de vídeo como se dizia antigamente antes da era do DVD, sem passar pelas salas de cinema.
Quem é Mario van Peebles? Lembram-se do "Ayatola do Rock" no filme Sargento de Ferro de Clint Eastwood? É ele. Sem dúvida na sua melhor representação, mas, felizmente, também não conheço toda a sua obra para o poder afirmar com toda a certeza.
Mario Van Peebles está incluído num lote de actores onde figuram Michael Dudikoff (Ninja Americano), Garey Busey (Mcbain mas mais conhecido por comandante Krill em Força em Alerta 1), Dolph Lundgren (Escorpião Vermelho mas mais conhecido pela interpretação de boxista russo em Rocky 3), Chuck Norris (sim, o grande Chuck tem filmes de arrepiar especialmente da década de 70), Jean Claude Van Danme (O Legionário é o supra sumo, num filme onde nos últimos 10 minutos de filme não há uma única fala), o próprio Steven Seagal, roça esta classe mas coloco-o a par com Charles Bronson, ligeiramente acima deste lamaçal...e mais alguns cujo nome agora não me lembro, mas que fazem filmes desse género e são conhecidos e a eles associados vivendo num limbo cinéfilo. O mais intrigante é haver quem produza estes filmes, estúdios que os façam, actores que os protagonizem e pior que tudo, pessoas que os vejam!!!

sexta-feira, janeiro 04, 2008

STEVEN SEAGAL MORREU REALMENTE NO FILME DECISÃO CRÍTICA?!

É impensável Steven Seagal levar um soco num dos seus filmes, quanto mais morrer,isso equivaleria ao Apocalipse. Mas temos no filme Decisão Crítica um caso bicudo. Nesse filme Seagal desempenha o papel de Comandante de uma equipa dos Navy Seals que voa a bordo de um F117 modificado chamado rémora para acopular no ventre de um Boeing 747 em pleno vôo. Na cena uma manga liga ambas as aeronaves e a equipa de Seagal começa a entrar dentro do Boeing. Todavia, devido a turbulências a manga acaba por soltar-se e partir-se na altura em que Seagal estava no meio da mesma. Ele sacrifica-se e vê-se o seu corpo sendo projectado para trás e cair no espaço. E o filme continua, de Steven não se vê nem mais um cabelinho nem se diz mais nada. Ele morreu da queda? Não é dito que ele morreu e não se fala mais da personagem até o fim do filme. Não podemos dizer com toda a certeza que ele morreu porque não se vê o corpo de Seagal apenas presumimos que sim pois ele caiu a não sei quantos milhares de metros. Ele poderia ter um pára-quedas! Sabemos que ele anda sempre precavido por isso é muito provável! Mas só pelo facto de não se ter visto o corpo dele, nem a morte efectiva e de no restante filme não ser dito que ele morreu, podemos afirmar que Steven Seagal nunca morreu em nenhum filme.
Assim sendo o seu estado em Decisão Crítica é DESAPARECIDO EM ACÇÃO.

SEMELHANÇAS ENTRE OS FILMES DE STEVEN SEAGAL E DE CLINT EASTWOOD.

Mais uma afirmação e aproveito para acrescentar, óbvia, especialmente para quem já viu praticamente todos os filmes de ambos.
Vejamos. Tal como Steven Seagal, Clint também encarna quase sempre a mesma personagem: o herói com um passado desconhecido, obscuro diria, mas não imaculado, que vem castigar os maus, isto especialmente nos western. No caso de Clint, num semi arraial de porrada onde dominam as armas de fogo em detrimento dos punhos. As personagens de Clint são quase sempre polícias tal como Steven, quem não conhece Dirty Harry. Eu vou até mais longe e afirmo que STEVEN SEAGAL ADMIRA CLINT EASTWOOD POIS É SEU CONTEMPORÂNEO DA SÉTIMA ARTE E COPIA CENAS DE FILMES DO CLINT(bem, pelo menos uma): no filme em que Steven Seagal encarna o papel de agente ambiental do governo com uma passado obscuro que luta numa pequena cidade do interior contra polícias corruptos manietados por um grande empresário que despeja lixo tóxico nas montanhas poluindo a natureza, existe uma cena em que Seagal sai de uma carpintaria para ser rodeado por uma pandilha que lhe iria aplicar um correctivo. Seagal pega num barrote de madeira que tinha acabado de comprar e que estava na caixa da sua furgoneta e começa a partir lenha na cara dos agressores. Cena igualinha se passa no filme de Clint, um western, em que ele encarna um pseudo pastor com um passado obscuro que chega a uma cidadezita nas montanhas para lutar pelos direitos de mineiros contra um empresário que queria expulsar esses mnineiros e ficar com as suas terras para sacar o ouro delas. Numa cena, um mineiro é enxertado de porrada com barrotes por uma pandilha. Clint chega por detrás e munido também ele com um barrote começa a rachar lenha nos agressores. Em vez de uma furgoneta estacionada havia uma carroça, e é nas traseiras de ambas onde se passa uma cena de pancadaria à antiga com barrotes de lenha.Não tenho agora presente o nome dos filmes mas a cena de porrada é igualinha.

PORQUE É QUE OS FILMES DO STEVEN SEAGAL SÃO BONS.

Bem, o título deste texto diz tudo: primeiro porque trata-se de uma afirmação o que a torna como uma assumpção verdadeira por parte de quem a escreve...eu. Não é uma pergunta nem uma exclamação como muitos gostariam. Por isso é uma certeza o que é dito.
E porque é que são bons! O que os torna tão apetecíveis de ver uma, duas, três vezes ao dia ou trezentas vezes por semana na TVi?!
Bem, primeiro que tudo não há lamechices! Aquelas cenas horrorosas que pretendem pôr a plateia a chorar nem que seja de rir não existem lá e nem sei se elas existem no argumento. Se existem são tão secundárias e mal representadas que nem damos por elas. Depois, o filme é genuíno no sentido em que Steven Seagal é realmente mestre de artes marciais, campeão e cinturão negro de aikido, e perito noutras variantes nipónicas, entrando mesmo pelo campo da prática do "chi". Nos filmes de Steven Seagal tirando uns mais recentes, não há duplos e as cenas de pancadaria grossa é ele que as faz e certamente coreografa. Bem, nalgumas não há nada para coreografar. É genuíno porque não engana quem o vai ver. Explico. Nos filmes do Steven Seagal ele encarna sempre o mesmo papel, as personagens têm sempre nomes curtos e já sabemos de antemão que ele vai partir a louça toda, quem se meter com ele vai levar porrada até dizer chega e ele nem vai ser tocado, a vai acabar tudo bem...antecedido por um banho de sangue, num périplo de osso partidos. Por isso sentamo-nos, relaxamos, pomos o saco das pipocas à frente e venha cá o entertenimento. Eu, tal como as personagens do Steven Seagal dizem, também não gosto de surpresas. Não tenho pachorra para filmes como Karaté Kid, onde uma pseudo-herói amaricado leva na boca e nos olhos durante o filme todo e somente no fim, depois ainda de levar porrada dos maus, é que consegue um turnover e sair vencedor. Por amor do Divino, se não fosse pelo mestre Miyagui a dar uma massagem de vez em quando nos maus não havia vitória do bem contra o mal. Nos filmes do Steven Seagal, que representa um bem pervertido, o bem ganha sempre. E por falar em representar, ele não o faz. Ele não é actor o que me poupa muitas lamechices e faz-me rir bastante do seu desempenho.
A previsibilidade dos seus filmes é de louvar: as suas personagens são sempre as mesmas e eu carrego aqui no sempre pois ele faz sempre o mesmo papel: polícia com passado obscuro nas forças ou serviços especiais que luta em simultâneo contra colegas corruptos, sindicatos do crime ligados à droga ou máfias jamaicanas. Se não é polícia é militar. Nas histórias a sua família é sempre ameaçada o que ainda eleva mais a sua raiva, e isso costuma acontecer a meados do filme, altura em que os ossos começam a estalar. Nos seus filmes não há cá historinha de amor lamecha: ele é frequentemente casado e com grande actrizes como Sharon Stone na fase proto abertura de pernas, mas isso não é relevante. Há umas poucas cenas íntimas mas nada que demore mais do que desapertar o soutien e se está a demorar mais é porque vão entrar uns bandidos a que ele vai ter que limpar o sebo logo na altura ou então depois de sair do seu coma de 8 ou 9 anos. As serralhas (cenas fantásticas, irreais e que nos fazem desatar à gargalhada) pululam em certos filmes especialmento nos mais recentes, mas a regra é as serralhas estarem ligadas ao seu desempenho como actor.
Por tudo isto Steven Seagal é o meu herói porque ele faz tudo para encarnar o verdadeiro herói: um herói que não leva na cara, um herói utópico sim, mas daqueles que nós gostamos de ver em acção porqaue sabemos que vai castigar sempre os que merecem e nós, e falo no plural de forma presunçosa mas consciente que é assim, nós gostávamos que as coisas no mundo fossem resolvidas assim e que o bem triunfasse sempre. Sabemos que não existem Stevens Seagais na realidade mas isso não significa que não os desejemos.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

"parece uma espécie de adepto de futebol"

(que me perdoe o Gato o empréstimo da expressão, mas está entre aspas)

Certamente o que mais corre nesta selva nos últimos tempos é o surgimento de uma nova figura numa outra selva chamada futebol português: o entrevistado da TVI após o jogo Benfica -Beira-Mar, em que, a divina providência, ou o anterior conhecimento do jornalista sobre a espécimen em questão, permitiu, mesmo assim, acertar naquela que se pode considerar a opinião futebolística mais rocambolesca e intrigante dos últimos anos.
Sem deambular para já sobre as origens deste homem, nem sobre o seu estado na altura nem o seu passado clínico, proponho-me neste post a analisar criteriosamente e de forma imparcial os momentos considerados chave da intervenção, para tentar chegar a conclusões sobre a mensagem que pretendia passar, e mais importante, o perfil deste adetpo.

Frases e palavras chave seleccionadas:
1- "O Mário...itle"
2- "O Simão... e os outros todos"
3- "Beira-mar que venham fazer casa a nós... não"
4- "O Pinto Loureiro"
5- "Nós em Portugal temos uma coisa no Mundo que nós benfiquistas"
6- "Benfica ganhou por 3-1 ao Beira-Mar"

1- o mário itle não é nada mais nada menos que o pequenino da Luz referido numa outra entrevista da mesma figura, como máiocolli e mirkle, no entanto a dicção do entrevistado nesta segunda aparição é muito mais enrolada.
Existe outra hipótese do mário itle ser o Mário Wilson que também é baixinho. O próprio entrevistado também é de baixa estatura.
Conclusão: o adepto tem uma excelente visão pois fixa os seres de baixa estatura preferindo jogadores desse nível.

2- O Simão e os outros todos é uma clara alusão à Bíblia e aos discípulos liderados por Simão Pedro, pois quem se lembra do nome de todos os restantes apóstolos? sabemos o nome de todos os anões da Branca de Neve, mas dos 12 isso é mais difícil e nem o nosso amigo sabe.
Conclusão: o adepto não é muito religioso, mas fixa os líderes.

3- "Vir fazer casa a nós" são os empreiteiros ou os decoradores de interiores. Assim, ele rejeita a hipótese do estádio da Luz ser de novo remodelado e mudado de sítio ou até de nome como pretendia a Direcção, mudança esta patrocinada por empresas de Aveiro.
Conclusão: o adepto nunca passou de Sintra para Norte pois a capital do móvel não é Aveiro, vivendo numa casa alugada nos Anjos em Lisboa onde trabalha da jorna e tem um cobertor que serve de espaço comercial na feira da ladra.

4- Figura híbrida criada por um ser ébrio porventura. Ele complementa esta miscigenação com uma enigmática expressão "o é tsu é". Cremos que é um código ou um epíteto homérico do Pinto Loureiro que é referido como uma pessoa, mas que, na verdade, é uma figura simbólica do Norte, que ele nunca visitou. Assim, temos dois símbolos, mas nenhuma pessoa.
Conclusão: o adepto é do Sul, provavelmente de Beja onde saiu aos 7 anos para Lisboa pois descobriu que os pais eram espanhóis, trabalhando como moço de recados num restaurante indiano no Martim Moniz.

5- Reconhece a presença do país na geopolítica mundial e claramente projecta um mundo vermelho.
Conclusão: o adepto é comunista.

6- O adepto não foi ao jogo pois o resultado foi 3-0 para o clube da Luz, aparecendo no final com camisola do Benfica e de cachecol ao pescoço.
Conclusão: o adepto é um agente infiltrado.

Súmula: o suposto adepto produziu uma personagem para disfarçar a sua verdadeira identiddade e móbil que é o seguinte:

AGENTE COMUNISTA RECRUTADO NO ALENTEJO EM 1975, TREINADO NA CAPARICA POR UMA CÉLULA VERMELHA NO NOSSO PAÍS, PARA ASSASSINAR BAIXOS LÍDERES DO DESPORTO NACIONAL EM FERIADOS RELIGIOSOS.

domingo, maio 07, 2006

Fim-de-semana Clubmaster!



Receita:
Compre um tickete para atravessar o canal, mas não procure levantar dinheiro na caixa da gare pois esta não disponibiliza dinheiro;
Se o tempo permitir, sente-se fora, mas no andar superior;
Prepare-se bem pois irá fazer uma viagem com o artista;
Ao passar a doca veja o quadrante do vento e a ondulação (convém ouvir a pérola da metereologia logo de manhã no Bom Dia) para não apanhar duches indesejados;
Se passar pelo lado direito do ilhéu deitado, não entre em pânico, mas comece a dirigir-se para baixo;
Se está com os pés em terra firme, suspire de alívio e antes de inicar viagem, reze uma Avé-maria na Igreja da Madalena;
Passe na Areia Larga, no restarurante "moi", e compre uma caixa de cigarrilhas Clubmaster;
Desloque-se até o café Paris e espere pelas dez horas, altura em que começará a ouvir uns urros enigmáticos "séizó" ou algo assim do género;
Se lhe chamarem de "Zepto" não se preocupe e responda educadamente "Canastra";
Está na hora de abrir a caixa e fumar o seu primeiro club... aromático, frutado de baunilha ocasionalmente e não enjoativamente presente;
Peça no balcão ovos de codorniz que deverão de estar picantes q.b.;
Para apagar o ardor encomende igualmente um panachê, e carregue bem no "chê"... sim, porque afinal está em Paris.

A partir daqui disfrute pela noite dentro, com o ambiente endrominante que somente Clubmaster lhe pode dar.

AQUELE ABRAÇO!


ok...então adeus!

adeus e aquele abraço!

qual? aquele?

não, não ...o outro?

qual outro?

aquele outro?

ah, esse, ok!obrigado e até amanhã!

mas já é hoje!

então até hoje!

até hoje não! e se fosse até logo?

até logo é pouco tempo!

adeus!

FMCoesta e lo desarrolho final!


La pantilha se quedava inerte e los bugs estabam a proliferar como la gripe de las abes.
_Sancho Connor estaba quedado de tanto trabajo e no podia más, necessitaba de um milagre que o ajudáse na sua lucha contra la maquina emperrada: Connor no sabia o que podia hacer más...mas és que llega, vindo da cantera de Hurtere lo que iria resolver la question: viajando estemporaneamente in el British Aerospecial llegou Kuadrotronik, lá maquina mas chip que carne, qual plaqueta para sarar la herida, mobe-se no infierno da cidade com la grande carrera niegra: el Smartron!
Infiltra-se en el riesto de una lojia maçónica e despoja o ordinator nas manos de la competencia!
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despues de un interregno, lebanta-a e la maquina no treme más: estaba lo problema resolbido com un disco birgen!lo guito dispendido era lo pior mas que se fueda o carajillo!
La Deusa estaba mas contente e la conexión estaba estabelecida...

...está alguién ai?